A Associação Empresarial de Águeda (AEA) contestou, junto do Banco de Porttugal, a obrigatoriedade de comunicar operações e posições de fluxos monetários com o exterior. E pediu que, de tal obrigação, isente as PME’s produtoras de bens e serviços.
As empresas, recorda a AEA, “já estavam exacerbadas de trabalho estatístico - as do INE, a informação fiscal, as do Ministério do Trabalho, os inquéritos das comissões de coordenação, as do Ministério do Ambiente e, agora, também do Banco de Portugal. Na actual situação económica e financeira, “seria expectável que se criassem condições para que as PME´s se tornassem mais competitivas e as aliviassem das tarefas administrativas e burocráticas”.
“Para quê este procedimento adicional? Será que as informações bancárias não são, por si só, idóneas?”, questiona a AEA.