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Orquestra Tipica: Na Rota dos Ventos

por Redacção Soberania em Novembro 17,2011

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SP: Quais são as principais dificuldades da OTA?
RF: Neste momento é a falta de actuações. As Câmaras Municipais e as associações culturais e recreativas são os principais contratantes dos serviços da OTA e, face às dificuldades financeiras que se vivem no nosso país, os convites têm sido em menor número, pois a logística necessária para a OTA se fazer deslocar tem custos consideráveis.
SP: E quais são as maiores ambições para o futuro?
RF: O espectáculo “Na rota dos ventos” é uma espécie de viagem pelos ambientes sonoros que os ventos oriundos de cada um dos pontos cardeais transportam. A grande ambição que temos é ver reconhecido pela região de turismo e pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) essa mais-valia, de forma a poder ser criada uma parceria entre estes organismos e a OTA para divulgação do espectáculo.
SP: Américo Fernandes é uma figura incontornável da génese da OTA. Que mensagem lhe gostaria de deixar?
RF: Obrigado por ter dado início à OTA e pela confiança que depositou em mim, para continuar o projecto.
SP: O que é que mudou daí para cá?
RF: Não mudou, de certo, a vontade de manter em actividade a Orquestra Típica e de elevar o mais possível o nível artístico dos seus projectos, bem como o de manter o bom ambiente familiar e de camaradagem entre os seus componentes. Mas é natural que, apesar de ter aprendido muito com o meu tio, tenha metodologias diferentes.
SP: Nos últimos anos, acumulou a direcção artística com a presidência da direcção. É difícil tocar dois “instrumentos”?
RF: Não é muito difícil, quando se tem uma equipa forte, unida e empenhada em criar as melhores condições de funcionamento para a colectividade. Quando assumi a direcção artística da OTA, em 1999, manifestei a vontade de não pertencer à direcção, para que não se confundissem os papéis. No entanto, fui sempre colaborando, até porque sou um dos elementos que está há mais anos na OTA e a minha experiência no associativismo é uma mais-valia para a direcção, o que levou a que, naturalmente, me pedissem para aceitar o cargo de presidente.
SP: Como é que está a cultura de Águeda?
RF: Tem-se verificado, nos últimos anos, uma grande melhoria na qualidade artística dos espectáculos que se realizam em Águeda, sejam eles por grupos locais como de fora. Destaco, ainda, os espectáculos inter-associativos e as co-produções que são um sinal evidente do bom relacionamento entre as diversas associações. Também a formação nas diversas áreas artísticas tem sofrido uma evolução significativa. Esta conjectura tem transformado Águeda num destino cultural à escala nacional.


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