Borralha: Residência para deficientes
O CSP da Borralha vai arrancar com uma residência para pessoa deficientes e sem suporte familiar. Investimento de 150 000 euros.
SP: Porque e como surgiu a ampliação do espaço agora inaugurado? Rosalina Mota: Pela necessidade de prestar melhores serviços aos utentes. A Borralha tem uma população bastante idosa e não tínhamos capacidade nem espaço no Centro de Dia e de Convívio. Eram exigidos dois metros por cada utente, o que não tínhamos. Por isso, tivemos que seguir em frente. SP: Como foi o caminho até chegarem aqui? RM: Pedimos um parecer à Segurança Social, que foi favorável. Depois, foi seguir os trâmites normais. SP: Quanto custou esta ampliação? RM: A Câmara concedeu-nos um subsídio, que, por enquanto, apenas está no papel. Por isso, estamos endividados, tendo que recorrer a empréstimo bancário. Custou perto de 75 mil euros, montante acima das nossas possibilidades. SP: Apesar da crise, o CSPB fala agora de uma residência autónoma. Elisabete Tavares (ET): É uma residência para pessoas com deficiência e sem suporte familiar. SP: Que passos, nesse sentido, foram dados? ET: Candidatámo-nos ao POPH (Programa Operacional de Potencial Humano), ao abrigo do 3º. Quadro Comunitário. Pretendemos reconverter uma casa primitiva, antiga, para esse efeito. SP: Estamos a falar em que tipo de valores? ET: O investimento vai rondar os 150 mil euros.
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