header Início | Página inicial | Adicionar aos favoritos |
Pesquisar Jornal   Pesquisa Avançada »
Secções
Arquivo
Sab Dom
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930

Notícias no seu Email
Subscrever Newsletter

Votação: Férias
Onde pensa passar férias em 2014?
Portugal
Estrangeiro
Não vou tirar férias
Resultados de votação | Votações antigas


email Recomendar a um amigo | print Imprimir |

Espinhel: Derrocada de casa quase mata bombeira

por JORGE OLIVEIRA em Abril 14,2010

image
Actuação negligente e incompetente da Camara Municipal de Águeda, especialmente da (des)Protecção Civil, por escassos três segundos que não tira a vida a jovem bombeira que, devidamente uniformizada, aguardava junto à sua casa o transporte para entrar de serviço no quartel.

Domingo, pelas 8,45 horas, Bruna Oliveira, bombeira na Corporação de Águeda aguardava junto à sua casa, a chegada de outro bombeiro que lhe daria boleia até ao quartel. Iriam efectuar um serviço de prevenção a uma prova desportiva de motas-resistência.
Teve de ir a casa e, quando chegou à porta principal, ouviu um grande estrondo e viu uma densa nuvem de pó. Era uma velha casa contígua a desmoronar-se para cima do jardim da sua e do local por onde  tinha acabado de passar. Nem queria acreditar no que estava a viver. Escassos três segundos pouparam-lhe a vida.
A casa estava assim há anos, ameaçando ruir a qualquer momento para cima da casa, dos anexos e do jardim da casa onde mora a Bruna, com a mãe e irmã mais nova. Ao longo dos anos que vem largando pedras, areias, madeira e outros detritos para cima do jardim e da casa agora atingida, construída em 1996.
No terreno da casa agora em ruínas também existe um barracão, igualmente prestes a cair e em risco de provocar vítimas mortais e elevados prejuízos materiais, no qual durante muitos anos funcionou ilegalmente uma oficina de corte de ferro, onde pesadas máquinas funcionavam a qualquer hora do dia e da noite, à semana, fins de semana e feriados, perante a total complacência e conivência da GNR e da Câmara Municipal de Águeda, pese embora a existência de uma rigorosa lei do ruído que uns teimam em não cumprir e outros em não fazer cumprir.
A Câmara há muito que sabe da situação mas a sua atitude de completa e total incompetência por muito pouco que tirava a vida a uma jovem na flôr da vida.  Será que o que descontamos para o Estado é para que ele pague a quem mate os nossos próprios filhos?
Os proprietários, apesar de habitarem noutra casa,  no mesmo terreno, nunca se preocuparam com a situação, mesmo que várias vezes avisados, incluindo pela Câmara, atitude que demonstra bem o tipo de pessoas (serão mesmo pessoas?) que habitam ao cima da terra para quem palavras como respeito e consideração pelos outros não existem.
O caso foi comunicado á GNR e Câmara Municipal de Águeda.
n JORGE OLIVEIRA - (pai da Bruna)


984 vezes lido

Gostou deste artigo?

1 2 3 4 5 Resultado: 5.00Resultado: 5.00Resultado: 5.00Resultado: 5.00Resultado: 5.00 (total 2 votos)
Os artigos mais lidos
Os artigos mais divulgados