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Caso: Obras de Barrô explicadas

por Redacção Soberania em Maro 05,2010

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Wilson Gaio, presidente da Junta de Freguesia de Barrô, não escondeu o seu desagrado na Assembleia Municipal de Águeda pelo caso das obras alegadamente pagas e não executadas no seu território.

O autarca disse na Assembleia Municipal de 26 de Fevereiro, que abordou o assunto com o anterior presidente da Junta de Freguesia, António Graça, que, por sua vez, lhe deu conta que “as obras não foram feitas, por causa de dois particulares” e que, desse modo, se optou “por fazer uma outra obra, que não estava em plano de actividades”.
“Só queria que Barrô não tivesse que se andar a justificar na rua”, referiu o actual presidente da Junta de Freguesia, em relação ao caso da Rua dos Arneiros (ou Quinta dos Pinheiros) e da Travessa do Porto das Vacas.
Gil Nadais, presidente da edilidade, questionado sobre o assunto, por José Carlos Vidal (PS) e Hilário Santos (PSD), referiu que “aquilo que foi pago, não correspondia ao que foi feito”, daí ter remetido o caso para o Ministério Público, a 4 de Fevereiro.
Ficou sem se saber se os técnicos municipais foram previamente questionados sobre o assunto, se foi feito algum inquérito interno para apuramento de responsabilidades e clarificação do caso, ou se foram solicitadas explicações à Junta de Freguesia de Barrô.
 


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