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Trofa: Eleições sem…elegerem e eleitos sem se entenderem
Os eleitos do PSD e do PS na Assembleia de Freguesia da Trofa, em comunicado, “relatam todo o processo que tem envolvido a instalação dos órgãos autárquicos da freguesia”.
“O CDS/PP foi a lista mais votada, mas Assembleia de Freguesia (AF) ficou constituída por 4 elementos do CDS/PP, 4 do PSD e 1 do PS. Depois de uma análise ponderada, considerou-se que a população da freguesia manifestou nitidamente que não pretendeu dar a maioria absoluta aoo CDS/PP, pelo que se passou a uma série de tentativas de acordo, afim de se constituir o executivo, mas sem sucesso.
Não eleições
A 27/09/2009, ocorreu uma AF em que o candidato da lista mais votada assumiu a presidência, iniciando os trabalhos para a eleição dos vogais do executivo. O presidente da Mesa, na qualidade de presidente da JF, colocou a votação os nomes de Paulo Tavares e Patrícia Martins para secretário e tesoureiro, respectivamente. A votação foi efectuada por voto secreto, tendo resultado quatro votos favoráveis e cinco desfavoráveis, pelo que a proposta foi considerada recusada. Sem acordo, suspendeu-se a Assembleia, convocando-se desde logo todos os membros para a retoma dos trabalhos no dia 28 de Outubro de 2009. Os membros do PSD e do PS manifestaram ao presidente da JF que, face aos resultados eleitorais, era sua intenção que a constituição do órgão autárquico fosse partilhada pelas três forças políticas, no entanto este mostrou-se intransigente. A 28/10/2009, foi retomada a sessão da AF, tendo sido deliberado que a votação para os membros do executivo seria efectuada por voto uninominal. O presidente da JF propôs a votação, uma vez mais, Paulo Tavares e Patrícia Martins.
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