header Incio | Pgina inicial | Adicionar aos favoritos |
Pesquisar Jornal   Pesquisa Avanada »
Seces
Arquivo
2 3 4 5 6 Sab Dom
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930

Notcias no seu Email
Subscrever Newsletter

Votao: Férias
Onde pensa passar férias em 2014?
Portugal
Estrangeiro
Não vou tirar férias
Resultados de votao | Votaes antigas


email Recomendar a um amigo | print Imprimir |

Águeda: Mulher dada como falecida foi impedida de votar

por Redacção Soberania em Junho 17,2009

image
Judite Silva, de 88 anos, foi impedida de votar nas Eleições Europeias de 7 de junho, em Águeda, por não constar nos cadernos eleitorais. O motivo é insólito: Está dada como falecida na Base de Dados de Recenseamento Eleitoral (BDRE), pelo que não consta nos cadernos eleitorais.

“Nem queria acreditar”, referiu a idosa, ouvida por SP, quando obteve essa informação na mesa de voto. Mas faz questão de sublinhar que nem foi esse “atestado de óbito precoce” o que mais a incomodou. Foi o simples facto de ver o seu direito de voto impedido.
“Voto sempre. É um valor, um privilégio. As mulheres tiveram de lutar para ganhar esse direito. Não abdico dele”, afirmou a SP, ostentando o seu cartão de eleitor nº. 130/Águeda.
Rogério Estrela, presidente da Junta de Freguesia de Águeda, confirmou a situação. Na altura, o autarca contactou a Direcção Geral da Administração Interna (responsável pelo BDRE), a Comissão Nacional de Eleições (CNE) e o Governo Civil de Aveiro, tendo sido informado pelos três órgãos da respectiva impossibilidade de voto.
“A partir de setembro de 2005, por deliberação da CNE, deixou de ser possível votar sem constar no caderno eleitoral, que antes era possível, desde que a pessoa fosse identificada”, afirmou o autarca.
Embora reconheça que o lapso é “lamentável” e “completamente alheio à eleitora”, Rogério Estrela apela a que os cidadãos tenham a preocupação de consultar as listas de recenseamento eleitoral disponíveis na freguesia. “Se for detectado um erro nos 60 dias anteriores ao acto eleitoral, a situação pode ser corrigida”, sublinhou o PJFA.
A informação errónea do falecimento, segundo o que o nosso jornal apurou, terá tido origem num lapso da Conservatória do Registo Civil de Aveiro (Judite Silva é natural da freguesia de Eixo, concelho aveirense), já identificado e agendado para correcção. Contactámos essa entidade, que não confirmou nem desconfirmou o lapso, remetendo para o Instituto dos Registos e do Notariado (IRN) qualquer esclarecimento. Esta última entidade foi igualmente contactada. Não obtivemos  resposta em tempo útil para esta edição.


1406 vezes lido

Gostou deste artigo?

1 2 3 4 5 (total 0 votos)
Os artigos mais lidos
Os artigos mais divulgados