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Águeda: Câmara apresentou contas e diminuição da dívida

por Redacção Soberania em Abril 22,2009

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A Câmara Municipal  de Águeda aprovou, por unanimidade, na reunião de 16 de Abril, as contas municipais referentes ao ano de 2008.

A CM teve uma receita de 25.329.007,48 euros (em 2007, tinha sido de 24.214.213,86), que equivale a uma taxa de execução de 62,68%, “valor atingido em função da boa execução das receitas correntes (91,45%), já que as receitas de capital se ficaram pelos 20,52%”, admitiu o presidente Gil Nadais.
No capítulo das despesas, registou-se um gasto de 24.992.884,89 euros (um pouco mais que os 24.022.494,46 de 2007), tendo “a taxa de execução sido de 61,85%, com as despesas correntes a atingirem os 78,51% do orçamentado e as de capital os 38,76%”, revela o relatório de gestão.
O relatório de gestão de 2008 revela que “a demonstração de resultados traduz uma performance economicamente positiva do município”, que resulta num “resultado líquido positivo do exercício de 1.345.898,29 euros”.

ORDENAMENTO COM FORTE INVESTIMENTO

A Câmara Municipal conseguiu uma taxa de execução de 32,73% no Plano Plurianual de Investimentos (PPI) (baixou, face aos 37,16% de 2007) e de 63% no Plano de Actividades Municipal (PAM), que tinha sido de 58,58% no ano anterior e que registou, assim, um aumento do total executado em 1.707.175,10 euros, face ao ano de 2007.
Em relação ao PPI, o ordenamento do território surge à cabeça, com 1.920.572,61 euros, seguindo-se, de longe, seis investimentos acima dos 200.000: saneamento (436.023,74), serviços gerais (407.805,23), cultura (375.983,70), transportes rodoviários (316.430,89), abastecimento de água (288.401,02, e educação (202.819,14).
No PAM, realce para os 1.768.988,95 euros no ordenamento do território os 1.710.658,52 em educação, que absorveram, juntos, 50,89% do investimento total. Significativas (acimas dos 200.000) foram as verbas aplicadas nos resíduos sólidos (616.831,94), cultura (567,385,19), desporto, recreio e tempos livres (488.151,78), saneamento (470.172,89), segurança e acção sociais (252.631,27), protecção do meio ambiente (248.000) e comércio e serviços (224,299,89).

DÍVIDA CAIU PARA 9.509.552,63 EUROS

A dívida global da Câmara Municipal (9.509.552,63 euros, em 31 de Dezembro passado) baixou 2.677.315,45, de 2007 para 2008 (cerca de 34%), tendo o decréscimo dos empréstimos a médio e longo prazo e a dívida de fornecedores de conta corrente e imobilizado, contribuído para esta diminuição.
A Câmara Municipal, no final de 2008, tinha uma dívida de curto prazo (fornecedores, fornecedores de imobilizado e outros credores) de 1.791.421,08 euros e uma dívida de médio e longo prazo (empréstimos bancários à Caixa Geral de Depósitos, Banco Espírito Santo e Banco Totta & Açores) de 7.718.131,55.
 Gil Nadais, presidente da edilidade, entende que “com os prazos (60 dias) de pagamento a fornecedores de conta corrente e a introdução da plataforma de compras, o município tem tido vantagens significativas no que se refere ao preço de aquisição de bens e serviços”.




 



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