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AEA/AIA contra o "terrorismo" bancário

por SP em Fevereiro 15,2009

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A Associação Empresarial de Águeda (AEA/AIA) denunciou ao Ministro da Economia e Inovação “as práticas dos bancos privados que estão a criar imensas dificuldades às empresas da região” e pediu que “intervenha urgentemente no mercado bancário e impeça a continuação das práticas «terroristas» que estão a liquidar inúmeras empresas da região”.

Os bancos “não concedem novos financiamentos, colocando em causa o investimento privado,e  é muito preocupante a retirada do crédito anteriormente concedido às empresas”, diz o presidente Ricardo Abrantes, referindo que “de um momento para o outro, estão a exigir a liquidação de contas correntes caucionadas a empresas que nunca tiveram quaisquer problemas bancários.
“Ora, são exactamente as Micro e PME's as mais sacrificadas pela crise que o país atravessa e, devido a esta redução do crédito, maiores dificuldades terão no dia-a-dia”, considera a AEA/AIA, precisando que os bancos, que até apresentaram lucros avultados em 2008, “estão a aumentar os spreads e comissões de uma forma ridícula”.
 “Há bancos que cobram spreads de 12 e 15% às micro e PME's, que não conseguem sobreviver com estes encargos”, considerou o presidente Ricardo Abrantes, acusando-os de “só pagam cheques sobre valores disponíveis”, o que, no seu entender, “viola a lei do cheque porque ele é, por si só, um meio de pagamento à vista”. Ora, “esta prática causa inúmeros problemas porque o cheque é o meio de pagamento mais utilizado em Portugal para pagamento das transacções comerciais”.
“Há instituições bancárias que, depois de aprovarem operações aos clientes, dão o dito por não dito e recusam-se a efectivar o financiamento, ou demoram semanas ou meses a entregar contratos com a desculpa de atrasos no departamento jurídico”, frisa a AEA/AIA, lembrando que “as anunciadas linhas de crédito PME INVESTE que o Estado criou, estão a ser usadas pelos bancos para reforço de garantias, pelo que uma grande parte do dinheiro não chega efectivamente às empresas, pois destina-se a liquidar contas correntes caucionadas que entretanto o banco denunciou”.
“Há muitas micro e PME's da região que vivem dias dramáticos e estão a «asfixiar» pela tesouraria”, disse o presidente Ricardo Abrantes, frisando que “é o descalabro, o que se passa no sistema bancário nacional e é preocupante que os bancos, que desde sempre usufruíram de vantagens fiscais e beneficiaram das ajudas e apoios do Estado para combate a esta crise, estão agora a espalhar o pavor nas muito pequenas, pequenas e médias empresas

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