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Mourisca do Vouga: Grupo Região do Vouga homenageou fundadores
O Grupo Folclórico da Região do Vouga foi fundado a 23 de Janeiro de 1969 e inicou as comemorações dos 40 anos a 24 de Janeiro.
Fundado para “preservar e transmitir a cultura do povo da região do Vouga”, tem planeadas várias actividades, ao longo do ano, dedicadas não só ao Grupo Folclórico, mas também ao (seu) Museu Etnográfico da Região do Vouga. As comemorações começaram com a romagem aos cemitérios da Trofa e Recardães, para, disse o presidente Armando Pereira, “homenagear os amigos que deixaram o grupo”. Após “esta cerimónia simbólica”, foi tempo de rumar à Quinta do Regote, para receber os muitos amigos que se juntaram neste dia de festa. Entre os amigos, há que destacar os antigos componentes, que fizeram questão de estar presentes. A alegria do reencontro de colegas que há anos não se viam foi bonito de se ver. A mesa de honra era liderada por Fernando Pires Alves, presidente da Assembleia-Geral do GFRV; e constituída por Armando Pereira (presidente da direcção), comendador Augusto Gonçalves e esposa (Elisa Gonçalves), amigos e parte da família do GFRV; Manuel Farias (Federação do Folclore Português), Márcio Ferreira (representante da Câmara Municipal), Carlos A. Silva (presidente da Junta de Freguesia de Trofa), Helena Matos e José Matos (familiares de José Maria Marques) e Pedro Marques (presidente do Conselho Fiscal do GFRV). Todos congratularam o GFRV pelo aniversário e pelo “trabalho digno que tem desenvolvido, em prol da cultura”. Foi também referido o Museu Etnográfico, sobretudo devido às obras de que tem sido alvo. Todos apelaram à boa-vontade, para que a obra continue” e mostraram-se disponíveis para ajudar. Entretanto, aconteceu um dos momentos mais importantes da noite: a entrega de lembranças a Abílio Carvalhal e Arlindo Cruz, os únicos sócios fundadores vivos. Emotivo! Outro momento muito esperado foi a actuação do Grupo Folclórico da Região do Vouga. E foi tempo de chamar quem passou pelo grupo, durante todos estes anos. E foram muitos. Viveram- se momentos de verdadeira nostalgia e satisfação. Mas como a festa dos 40 anos era de todos, os elementos no activo tornaram-se espectadores e as “velhas guardas” tomaram conta do palco e provaram que quem sabe, não esquece. Bonito! O grupo de música popular “Seja o que Deus Quiser” encerrou e, de facto, a festa não poderia ter terminado de outra forma, com alegria, boa música e boa disposição. Ficou o pedido daqueles que por lá passaram para se fazer este convívio todos os anos.
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