Trofa: O estado da política na freguesia
A Junta de Freguesia da Trofa, em resposta ao artigo de opinião da JSD de Águeda, “O estado da política na Freguesia de Trofa”, publicada na edição SP de 31 de Dezembro de 2008, na página 9, solicitou a publicação do seguinte comentário:
1 - Nunca, em altura ou local algum, foram os membros da Assembleia de Freguesia do PSD apelidados de “terroristas” pelo que a notícia, além de absolutamente falsa, é inadmissível e de profundo mau gosto. O presidente da Junta de Freguesia apenas afirmou, na última Assembleia de Freguesia, que os membros do PSD não apresentam propostas construtivas para a freguesia, defendo-se apenas das constantes provocações de alguns dos membros do PSD. 2 - Quanto ao Regulamento do Cemitério, a sua apresentação estava a ser preparada desde o passado mês de Julho de 2008, tendo, com toda a naturalidade, sido levado a análise da Assembleia de Freguesia no passado mês de Dezembro. Nunca os Serviços da Junta de Freguesia liquidaram, ou receberam, qualquer importância não definida por lei, facto confirmado pela “suposta” lesada em plena Assembleia de Freguesia. Acresce que o referido regulamento nem sequer foi colocado a votação da dita Assembleia, tendo a Junta de Freguesia concordado na alteração e enriquecimento de alguns pormenores nele constantes, dado que é um documento de elevada complexidade. 3 - Quanto aos documentos das obras do cemitério, toda a documentação da responsabilidade da Junta de Freguesia foi sempre tratada devidamente, pelo que não percebemos sequer o porquê e alcance da afirmação. 4 - Quanto ao uso dos equipamentos da Junta de Freguesia, estes sempre estiveram e continuarão a estar ao serviço de todas as pessoas da freguesia. É habitual a Junta ser criticada pelo PSD por, por exemplo, ter transportado jovens de uma festa de uma discoteca ou por ceder o autocarro para um determinado grupo de pessoas realizar um convívio. Sempre foi nossa convicção e forma de estar de aproximar a Junta das pessoas e tudo faremos, no futuro, para que esta situação se mantenha, porque a Junta tem que estar sempre ao serviço das pessoas e ajudá--las no que puder. Quanto ao Presidente da Junta, é um cidadão de pleno direito da freguesia e, como tal, não entendemos que deva ser discriminado, ou marginalizado, por o ser. 5 - A Junta de Freguesia tem pautado o seu trabalho pela transparência, disponibilidade e empenho pelos interesses da freguesia e das suas gentes, no cumprimento do seu compromisso eleitoral. A Junta, tal como todas as instituições e pessoas da freguesia, trabalha arduamente para realizar, com sucesso, o seu trabalho. Aquilo que no artigo é apelidado de “forma ditatorial” mais não é do que firmeza e empenho na ajuda diária às pessoas e promoção do desenvolvimento da freguesia. Prova disso é a harmoniosa coligação com o PS na Junta de Freguesia, ou o facto de se haver realizado uma Assembleia de Freguesia Extraordinária pela primeira vez, em muitos anos para se discutir um assunto crucial para o futuro da freguesia. É para nós inadmissível, e indesculpável, a forma como, neste artigo, qualificam uma das pessoas mais importantes e representativas da freguesia, no caso o seu presidente da Junta, porque indirectamente estão a faltar ao respeito a todas as pessoas desta terra. 6 - Por fim, não podemos deixar de expressar a nossa perplexidade pela forma como um partido com a representatividade e prestígio do PSD permite que o seu nome seja associado a este nível de comportamento e falta de respeito para com a freguesia de Trofa. Trofa, 2 de Janeiro de 2009 A Junta de Freguesia de Trofa
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