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Cultura:

por Redacção Soberania em Novembro 26,2008

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Manuel Alegre foi alvo de uma homenagem no passado fim-de-semana, com um concerto intitulado "Alma - Cantata Profana", da autoria do maestro Luís Cardoso, inspirado no romance "Alma" da autoria do poeta e deputado aguedense.

O concerto contou com a participação da Banda Marcial de Fermentelos, dirigida por Carlos Marques, da mezzo-soprano aguedense Margarida Reis e de todos os oito grupos corais do município, num espectáculo que juntou no mesmo palco cerca de 400 pessoas.
Orfeão de Paraíso Social de Aguada de Baixo, Orfeão de Barrô, Orfeão da Associação Cultural de Recardães, Orfeão de Águeda, Coral Jovem da ARCEL, Coral “Espranjar” (Banda Nova de Fermentelos), Coral Polifónico “Cantate Jubilo” e Coro Misto da Cruz Vermelha Portuguesa de Águeda, participaram no evento.
A Cantata Profana foi composta por nove números, com a música a procurar estabelecer um ritmo dramático por alternância de andamentos solenes, intimistas, agitados e alegres. “Procurei, nesta composição, agradar aos ouvidos das pessoas, evitando uma erudição musical demasiado complexa”, disse Luís Cardoso.

UMA VITÓRIA DE ÁGUEDA

Gil Nadais, presidente do município, que encomendou a Cantata Profana a Luís Cardoso, justificou a homenagem ao poeta e político, enaltecendo--o como “a personalidade que mais longe tem levado o nome de Águeda”, no panorama cultural e político.
Manuel Alegre mostrou-se “muito sensibilizado” e referiu-se “a um acto cultural de grande originalidade e ousadia”, com base num trabalho (Alma) “pensado nas vivências mágicas da minha infância”. “Este espectáculo é uma vitória de Águeda sobre si mesma e espero que sirva para nos unir”, disse o poeta.

PRÉMIO DE POESIA MANUEL ALEGRE

A ocasião foi aproveitada para que Manuel Alegre procedesse à entrega do prémio de poesia com o seu nome a Rui Miguel Leal de Almeida, vencedor do concurso promovido pela Câmara Municipal, aberto somente a autores sem obra publicada.
"Lábio Cortado" foi seleccionado de um total de 130 originais concorrentes, por um júri de que faziam parte Paulo Sucena, que apresentou a obra, Nuno Júdice, Clara Rocha, Lídia Jorge, Graça Rio-Torto e Daniel Marques Ferreira.
Rui Almeida disse a SP que “houve umas quantas pessoas a quem fiz questão de avisar quando soube a notícia, mas dedico o prémio a todos os meus amigos, em geral”. “E mais do que dedicar, quero com eles partilhar a alegria deste prémio”, acrescentou.
O trabalho “Assombrosamente os bichos atravessam as trevas”, de Maria Dulce Guerreiro, que concorreu com o pseudónimo Polínia, foi destacado pelo júri com uma menção honrosa.

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