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Pedaçães: Associação desafia Junta de Freguesia

por Redacção Soberania em Novembro 21,2008

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O presidente da Associação Social, Desportiva e Cultural de Pedaçães (ASDCP) acusou o presidente da Junta de Freguesia de Lamas de “andar demasiado ocupado a bater de porta em porta, com o objectivo de persuadir o povo a inscrever-se como associado na recente colectividade criada e apadrinhada pelo actual executivo”.

Jorge Melo reagiu, assim, à entrevista de Alcides de  Jesus, na penúltima edição de SP, começando por afirmar que tem por ele “imenso respeito, não só pela pessoa mas também pelas responsabilidades que tem no desempenho das funções”.

Políticas e silêncios

“Agradeço os seus conselhos, relativamente à minha gestão na associação, sendo que ela assenta em obra feita e não em sonhos não realizados, pois os objectivos a que me comprometi há muito que foram atingidos. Procuro uma gestão isenta, imparcial, séria, honesta, humilde e não política. Não sou militante de nenhum partido!”, considerou Jorge Melo, precisando que “o facto de afirmar publicamente, que as minhas entrevistas não lhe merecem comentários, agradeço a sua concordância, pois quem cala consente!”.
O presidente da ASDCP considera, todavia, que o silêncio de Alcides Jesus “poderá ser interpretado de uma outra forma, bastante mais grave, pois o não querer falar, pode ser mais uma vez interpretado como um acto de desprezo para com a instituição que dirijo”.

Mentiras e desafios

Jorge Melo refere-se, depois, “às mentiras que diz eu ter proferido”. “Acho que as deve enunciar! Após isso, estou aberto a provar à comunidade, e a si também, que apenas disse a verdade. Basta marcar, local, data e hora. Poderá ser numa reunião com o seu executivo, assembleia extraordinária ou de qualquer outra forma, desde que o povo da freguesia possa assistir activamente! Dou-lhe a vantagem de escolher, tanto é o meu receio”.
Finalmente, Jorge Melo diz “julgar” que o executivo de Alcides de Jesus não deve estar tão à vontade para falar no assunto, pois  parece andar demasiado ocupado a bater de porta em porta, com o objectivo de persuadir o povo a inscrever-se na recente colectividade, criada e apadrinhada pelo executivo”.



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