Valongo do Voiga: Incêndiários e… provisórios por causa do drama da droga
O presidente da Junta e Freguesia de Valongo do Vouga reagiu ao comentário de Portela dos Santos, que há duas semanas o acusou de incendiário, a propósito de alegado consumo de droga junto á EB 2,3, referindo «achar estranho que não saiba, quando toda a gente sabe».
“Acho estranho que, desempenhando ele as funções que desempenha, não saiba o que se passa. Se não saiba, devia saber. Tendo em conta que é professor da escola, lá exercendo actividade há muitos anos. Devia conhecer o que diz não conhecer», comentou Carlos Alberto Pereira, rejeitando ser incendiário. «Incendiário, eu? Não creio, nem me vejo nesse papel. O que faço e assumo sempre é a defesa dos interesses da Valongo. Coisa que nem todos fazem, nomeadamente porque hibernam das questões do interesse público», comentou o presidente da Junta de Freguesia, sugerindo a Portela dos Santos que «não exerça de forma tão transitória as funções que tem no Conselho Geral Transitório do Agrupamento de Escolas de Valongo e conheça melhor as realidades» e, por outro lado, que «não apareça só de quando em vez, porque, porventura, quer ver o seu nome nos jornais”. O presidente da Junta de Freguesia de Valongo frisou, a terminar, «o bom serviço que o Conselho Executivo da escola está a prestar, assim como a todos os professores que assumem as suas responsabilidades».
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