AEA/AIA contra o aumento do gás natural e da electricidade
por SP em Outubro 17,2008
A Associação Empresarial de Águeda (AEA/AIA) contestou, ao Ministro da Economia, os anunciados aumentos do gás natural e da electricidade, sobre os quais, referiu o presidente Ricardo Abrantes, “os empresários têm fortes preocupações e motivos para reclamar”. E pediu uma audiência a Manuel Pinho.
A ERSE anunciou, a 1 de Outubro, aumentos superiores a 8% para as tarifas do gás natural e a AEA/AIA considera que “estão a colocar em perigo a competitividade internacional de um sector muito importante da nossa região” - a cerâmica de revestimento, de porcelanas, de decoração e as faianças. E, sublinhou, “vão continuar a fragilizar o sector da cerâmica estrutural”, a de telha, tijolos e abobadilha. “Aumentar o preço do gás em mais de 8% é um «atentado terrorista» à actividade económica”, considerou Ricardo Abrantes, frisando que “também o mercado da electricidade, regulado pela ERSE, não funciona, não há concorrência, não há defesa dos interesses dos consumidores e a qualidade do fornecimento apresenta muitas e constantes deficiências”.
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