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Águeda: Prédios demolidos na cidade

por Redacção Soberania em Julho 10,2008

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O empresário Eleutério da Conceição Costa “ordenou” a demolição de quatro dos seus imóveis no centro da cidade de Águeda, que estavam a desfigurar a estética da Rua dr. Manuel Alegre.

Eleutério Costa tinha dado, no início do ano, total abertura ao presidente da Câmara Municipal, Gil Nadais, para que a autarquia procedesse à demolição e retirada de entulhos de alguns dos seus imóveis, mas os trabalhos acabaram por se realizar a suas expensas.
No pacote sugerido pelo empresário aguedense, contavam-se os quatro imóveis que agora foram objecto de intervenção, um imóvel na extermidade da Rua Luís de Camões e um na Avenida Joaquim de Mello. De fora ficou a famigerada Casa do Engenheiro, cujo processo, sabe SP, voltou à estaca zero.
“A questão da casa do senhor Manuel Martins está a ser tratada pelo advogado da Câmara Municipal que, na minha opinião, não tem sabido gerir o assunto da melhor maneira. Daí que o processo tenha voltado ao princípio”, declarou Eleutério Costa, que garantiu a SP “não ser proprietário do imóvel”.
Questionado sobre as ideias que tem para os terrenos da Rua dr. Manuel Alegre, Eleutério Costa revelou que está a ponderar a possibilidade de “construir um parque de estacionamento a norte” e cofidenciou que “está a ser elaborado um projecto, no gabinete do Eng. José Oliveira, para o terreno em frente”.
Em relação ao imóvel na Rua Luís da Camões, onde em tempos funcionou a Farmácia Vidal, Eleutério Costa deu conta que “está por aprovar, desde 1992, nos serviços camarários, um projecto para o local” e, sobre esse processo, queixou-se de ter sido “objecto de represálias, nos tempos em que autarquia foi gerida por Castro Azevedo e Eloi Correia”.

E os outros?

Outros prédios há, na cidade, que estão literalmente abandonados pelos proprietários, constituindo-se um perigo para segurança pública, para além de, nalguns casos, servirem de “hospedagem” a alguns marginais bem conhecidos na praça de Águeda.
Se uns são demolidos e outros não são, é a questão que se põe. Para intervir quem deve.


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