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Entrevista a Carmindo Dias: Temos que dar um passo atrás para darmos dois em frente

por Redacção Soberania em Maio 21,2008

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armindo Dias (CD), 38 anos, assumiu o comando técnico do Valonguense em Janeiro, quando se consumou a transferência de José Viterbo para a Sanjoanense.

De lá para cá, cumpriu 17 jogos à frente da formação “canarinha”, averbando duas vitórias, seis empates e nove derrotas. No seu “reinado”, a equipa marcou nove golos, sofreu 28 e contabilizou 12 pontos em 41 possíveis.
SPD: Que balanço faz à época futebolística do Valonguense?
CD: O balanço só não é positivo porque descemos de divisão e a nossa meta passava pela manutenção nos nacionais de futebol. Começámos muito bem, as expectativas eram boas, mas, a partir de determinado momento, começaram a surgir os problemas...
SPD: Que problemas? Quais são as causas para o insucesso?
CD: O clube nunca escondeu que estava a passar por dificuldades financeiras e isso motivou a saída de muitos elementos do plantel, o que nos fragilizou imenso. Enquanto que os outros clubes se iam apetrechando com novos valores, nós fomos perdendo jogadores. Foi das épocas mais difíceis que vivi, mas, no fundo, são estes momentos que nos ajudam a crescer no mundo do futebol.
SPD: Que apoio lhe foi dispensado pela direcção?
CD: A direcção, honra lhes seja feita, nunca escondeu que era necessário efectuar reajustamentos no plantel, para que o Valonguense pudesse saldar os seus compromissos financeiros. E os dirigentes assumiram os riscos de termos passado a trabalhar de forma debilitada a partir de certa altura da época. A Comissão Administrativa, formada por poucos elementos, também se desmembrou um pouco a partir de certa altura, mas houve dirigentes que sempre nos acompanharam até ao jantar de encerramento da época.
SPD: E as condições de trabalho que o clube oferece?
CD: Boas! O Valonguense dispõe de boas condições e não foi por aí que claudicámos. Dou-lhe um exemplo, o clube tem um técnico de rouparia que é do mais competente que possa haver, e que se desdobra em cuidados para que jogadores e técnicos tenham as melhores condições para desempenharem o seu trabalho. Foi sempre assim ao longo dos dois anos em que estive no clube. Aliás, gostava de agradecer todo o apoio de dirigentes, atletas, massagista e roupeiro. Todos foram formidáveis!

GOSTAVA DE CONTINUAR


SPD: Como é que prespectiva o futuro do Valonguense?

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