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PARES APOIA QUATRO OBRAS DE NATUREZA SOCIAL EM ÁGUEDA
Pedro Marques, Secretário de Estado da Segurança Social, presidiu, na sexta-feira, dia 18, à cerimónia de assinatura dos protocolos de financiamento da segunda fase do Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES) para o distrito de Aveiro.
A fase seleccionou mais quatro instituições de Águeda: o Centro Social Arco Íris (Paradela), a Associação Senhora da Esperança (Á-dos-Ferreiros), a Casa do Povo de Valongo do Vouga e o Mágico (Giesteira). O investimento total, nas quatro obras, atinge 2,880 milhões de euros e o apoio estatal situa-se nos 1,250 milhões (cerca de 43,5%). Os equipamentos vão motivar a criação de 165 lugares de creche, 75 de centro de dia, 74 de serviço de apoio domiciliário e 40 de lar, num total de 354 novos lugares (ver Reações). No âmbito do PARES II, foram assinados em Aveiro 36 contratos de comparticipação financeira para novos equipamentos sociais, num investimento total superior a 25,3 milhões de euros, destinados à criação de novos lugares em creche, lar de idosos, centro de dia e serviço de apoio domiciliário, englobando ainda respostas dirigidas à população deficiente.
CERIMÓNIA... ESMAGADORA!
Filipe Neto Brandão, Governador Civil de Aveiro, sublinhou, na abertura da cerimónia, que “o distrito é o quinto do país em termos de população e foi, pela segunda vez, o mais financiado do PARES”, o que, na sua óptica, “corresponde ao dinamismo das Instituições Particulares de Solidariedade Social”. O Secretário de Estado da Segurança Social, Pedro Marques, começou por revelar que “esta cerimónia é esmagadora”. “O distrito de Aveiro está de parabéns, porque mostrou um dinamismo sem paralelo e porque está à altura da ambição do PARES”, acrescentou o governante, assegurando que “em Aveiro, multiplicámos por seis o investimento que se fazia por ano no país inteiro, nesta área” e garantindo que “quando as obras estiverem no terreno, o dinheiro aparecerá”. “Este programa é ambicioso e transparente”, frisou. O Secretário de Estado da Segurança Social manifestou o desejo de que “as obras avancem o mais rapidamente possível”, de modo a que sejam colocadas “ao serviço das populações”. “Todos temos que fazer um esforço nesse sentido”, alertou Pedro Marques.
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