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ÁGUEDA: DADORES DE SANGUE COMEMORAM 20 ANOS

por Redacção Soberania em Abril 16,2008

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O Grupo de Dadores de Sangue do Concelho de Águeda, fundado a 13 de Abril de 1988, acaba de completar 20 anos, período durante o qual desenvolveu intensa actividade na angariação de sangue humano para sinistrados e doentes. Recolheu, durante este período, cerca de 30.000 unidades de sangue, em aproximadamente 350 acções de recolha, efectuadas em diversas localidades, empresas e instituições dos concelhos de Águeda, Sever do Vouga e Tondela.

Os órgãos sociais comemoraram a efeméride e prestaram “justa homenagem” ao sócio fundador  nº. 1, o médico Pinho e Freitas. A mensagem gravada na tarja que acompanhava e abraçava as flores com que a associação o homenageou , resumia e traduzia bem “a saudade que todos sentimos com a sua ausência”: “No 20º. aniversário do Grupo de Dadores de Sangue do Concelho de Águeda, os seus órgãos sociais prestam sen-tida homenagem ao sócio fundador nº. 1 e seu primeiro presidente da Mesa da Assembleia Geral - Dr. António Eduardo Castela Ala Alves de Pinho e Freitas. 13/04/1988 - 13/4/2008”.
O médico Silva Pinto, entretanto, evocou Pinho e Feitas, começando por refeir que “recordar o passado colectivo é uma forma de lutar contra a morte” e que o Grupo de Dadores de Sangue, nesta commemoração do 20º. aniversário, foi ao cemitério “desafiar e confrontar a morte”.  “Nem o tempo, nem o silêncio, nem a morte provocarão o nosso esquecimento nem a nossa  ingratidão”, disse Silva Pinto, acrescentando que “estamos também aqui, porque, como disse o escritor José Cardoso Pires, “um Homem sem Memória deixa de ser humano, para ser apenas um animal”.
O Grupo de Dadores de Sangue do Concelho de Águeda, disse, “tem memória”. “Temos a memória do sonho, da inquietude, do inconformismo, da irrequietude, da determinação, da persistência, do entusiasmo contagiante do nosso fundador, dr. Pinho e Freitas. Temos a Memória da sua amizade e do seu altruísmo. Hoje, viemos aqui dizer-lhe que tudo isto valeu a pena e que não o esquecemos”, observou Silva Pinto, lembrando Tao, filósofo chinês, que disse que “uma árvore maior do que o nosso braço, maior do que o nosso corpo, cresce a partir de uma pequena semente”.
Pinho e Freitas “foi a semente”. Disse também que uma estrutura com a altura de nove andares, começa com apenas uma mão cheia de terra. “Pinho e Freitas foi essa mão cheia de terra. O filósofo disse ainda que uma viagem de  mil quilómetros principia com um simples passo. O dr. Pinho e Freitas deu o primeiro passo e ensinou-nos a dar os primeiros passos”, disse Silva Pinto.
O Grupo de Dadores de Sangue “é uma árvore forte e frondosa”. “Homenagear o dr. Pinho e Freitas foi uma decisão correcta, justa, oportuna e unânime”, disse o orador, para quem a missão foi e está a ser cumprida”.

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