ÁGUEDA: HOSPITAL NÃO TEM DIRECTOR
O Hospital Distrital de Águeda está sem director clínico desde 1 de Fevereiro - altura em que o médico Pedro Carvalho passou à reforma.
Pedro Carvalho já pedira a demissão do cargo há ano e meio, quando foi demitido de presidente do conselho de administração. Mas a demissão não foi aceite pela tutela - alegadamente por não se encontrar um substituto. E não será fácil, pois quem exercer as funções de director clínico deixa de poder, por exemplo, fazer urgências e horas extraordnárias - o que, na prática, significa que os seus rendimentos salariais diminuem. “Quem é quer ir ter mais aborrecimentos, exercendo funções de director clínico, e passar a ganhar menos?”, comentou Jorge Soares, enfemeiro e membro do conselho de administração do Hostital Conde Sucena. Pedro Carvalho “aguentou” até atingir o limite de idade para a reforma e o seu último dia de director clínico foi a 31 de Janeiro. Sem substituto. A forma provisória encontrada para, por ora, remediar a situação, foi nomear um assessor clínico - função que passou a ser exercida pelo médico Paulo Ferreira, de Medicina Interna. Jorge Soares comentou para SP que “estão a ser feitas todas as diligências no sentido de rapidamente resolver a questão da direcção clínica”
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