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ENTREVISTA: NÃO TENHO TEMPO E DINHEIRO PARA FAZER TUDO O QUE GOSTAVA

por Redacção Soberania em Fevereiro 07,2008

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O Comendador Almeida Roque disse a SP que continuará a apoiar obras sociais, certo de que já não terá “tempo, nem dinheiro, para fazer tudo o que gostava”.

SP: Continua com a fiel ideia de ver em cada freguesia de Águeda um centro de apoio à terceira idade? E continua disposto a contribuir?
AR: Foi um sonho que, felizmente, se vai transformando em gratificante realidade e ao qual nunca negarei o meu possível apoio, como, aliás, tenho feito, havendo casos em que fiz de pai e padrinho e, sempre que possível, gostaria de começar no princípio, pois há situações em que o mais importante não é o dinheiro, mas, sim, a escolha do local e a sua dimensão, por exemplo.
SP: Em Travassô, o Jardim Social começa agora a ser realidade com a adjudicação da obra. Ofereceu o terreno. Continua disponível para ajudar?
AR: Travassô é um caso especial, em que a iniciativa foi minha e do sr. António Silva, e foi mais importante a rejeição que fiz dos vários terrenos possíveis até encontrar o actual e a escolha do nome, do que os cerca de vinte mil contos (cem mil euros) que até hoje lhe atribuí.
SP: Continua a ser um acérrimo defensor dos lares?
AR: Quando eu, contra a opinião de quase todos que advogavam a extinção dos lares pelo apoio domiciliário, dizia que os lares seriam a instituição social mais necessária no futuro e que queria um em cada freguesia, tinha dois objectivos principais: evitar os lares gigantes, difíceis de administrar e onde o idoso seria pouco mais do que um número; e não desenraizar as pessoas do seu habitat natural, dando às famílias e conterrâneos a facilidade de contactos e carinhos e ainda a possibilidade de colaboração na criação de ambiente familiar
SP: Como em Aguada de Baixo, por exemplo...
AR: Como tem acontecido em Aguada de Baixo e em outros lugares, e virá a acontecer em Travassô, pois espero que aquela boa gente pense como eu e venha a tratar os idosos que vierem a ocupar aquele Jardim Social como se fossem as flores do seu jardim. Foi por isso que doei um terreno e paguei a primeira estrutura de betão para o edifício da ABARCA, no centro de Barrô.
SP: Vai continuar a apoiar as obras sociais de Águeda...
AR: Continuarei como puder a lutar pelos meus objectivos, certo que não tenho tempo nem dinheiro para fazer tudo o que gostava, nem estar em toda a parte.

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