MACINHATA DO VOUGA: DÉFICE DEMOCRÁTICO DE CORTESIA E DE RESPEITO
Os moradores da Rua da Fonte, do lugar da Moita, cansados do mau estado de conservação em que se encontra e cansados, também, da falta de um contentor do lixo, foram à sede da Junta de Freguesia de Macinhata do Vouga dar conhecimento das nossas pretensões.
A presidente tomou nota e disse: “Vamos tratar disso”. A resposta que nos deu, sossegou-nos. Porém, o tempo que foi passando, havia de nos dizer que... de novo, nada! Começou a cair a chuva e a rua mais degradada ficou... Pés enxutos, só de galochas. A caminhada para depositar o lixo no contentor, que ainda fica longe, essa piorou! Naturalmente que deixámos de acreditar na palavra da senhora presidente. Mais a mais que, na passada semana, uma carrinha da Câmara Municipal de Águeda trouxe para a Moita dois contentores... mas nenhum deles para a rua da Fonte, que está votada ao desprezo. Porventura, será legítimo que, pagando nós, moradores da rua da Fonte, imposto do lixo, não teremos direito a um contentor?. Dia 23 de Janeiro, tendo eu ido a Macinhata, ao posto médico, aproveitei o ensejo e dirigi-me à secretaria da Junta de Freguesia, onde fui encontrar a senhora presidente. Recordei--lhe o mau estado da Rua da Fonte e dos contentores. Não gostou. Falou-me de má cara. Que se não haviam colocado o contentor na Rua da Fonte, é porque não era preciso! Barafustou “os três diabos”, a ponto de um senhor presente na secretaria da Junta, não se ter coíbido de dizer: “Não é assim que se fala às pessoas”. Confesso, que estava à espera de me ser prestada melhor atenção e, principalmente, como é da “praxe democrática”, sem arrogância e com civilidade. Não estará a senhora presidente a exercer um cargo público? Não disse a senhora presidente SP, em notícias de Macinhata, de 17/1, página 14) “que o seu mandato está ser cumprido a um ritmo muito positivo, tendo em conta as necessidades básicas da freguesia? Está?. O péssimo estado da Rua da Fonte, na Moita, e a falta de contentor na mesma rua, não são necessidades básicas?!. Estão a ser cumpridas? A terminar, resta-me dizer: “Esperava mais cortesia e respeito!” Por falta disso, aqui cheguei.
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