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Águeda: Construção do novo hospital não é muito...expectável

por Redacção Soberania em Janeiro 03,2008

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Jorge Henrique Almeida, vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda, referiu a SP que “na presente conjuntura, não é expectável a construção dum novo Hospital, pelo que o importante é preservar e dar cada vez melhores condições ao que temos”.

A detalhada entrevista que concedeu a SP é também tempo e espaço para defender que o serviço de recolha de resíduos sólidos urbanos, “terá que melhorar, nem que tenha que passar pela rescisão de contratos”. E que a estratégia futura do município “pode passar pela concessão do saneamento em baixa”.
SP: Em Outubro passado, disse que não aceitava que o Hospital Distrital de Águeda (HDA) venha a ser uma unidade de rectaguarda. Porque é que disse isso?
JHA: O Hospital está inserido no maior concelho do distrito de Aveiro, apoia historicamente uma população de muitos concelhos aqui à volta e, num passado muitíssimo recente, era apontado como modelo e referência pelos serviços que presta e não pode, dum momento para o outro, deixar de o ser. A sua administração e os órgãos de tutela, não podem deixar que isso aconteça. Se alguém tiver dúvidas, que vá num dia qualquer ao Serviço de Urgência (SU) e imagine o que seria, se toda aquela gente desaguasse em Aveiro!
SP: O Serviço de Atendimento Permanente (SAP) foi encerrado parcialmente em Junho. Não era possível fazer mais pela sua manutenção integral?
JHA: Deixámos de ter SAP e passámos a ter uma Consulta de Reforço. No entanto, é preciso reflectir um pouco: Águeda tinha SAP no Centro de Saúde e SU no Hospital, em prova cabal do grande concelho que é. Por todo o lado, assistimos ao fecho de SAP’s e Serviços de Urgência, principalmente pela falta de médicos, falta que resulta de políticas miseráveis, que restringiram, durante muitos anos, o acesso aos cursos de medicina. Esta realidade, que afecta os outros, também é nossa. O SU, esse, sim, é fundamental que continue a apoiar as nossas populações e os trabalhadores de todas estas empresas que nos envolvem.
SP: Que comentário lhe merece a “luta” de Anadia pela manutenção do SU do seu hospital, na qual tem sido envolvido o nome de... Águeda?
JHA: Anadia tem toda a nossa solidariedade, pois sabemos o valor dos serviços de saúde para as populações. No entanto, todos sabemos que Águeda tem mais população, o nosso hospital tem mais especialidades e recursos, o nosso SU tem um número muito maior de ocorrências e se, porventura, a esse número adicionarmos os números do SAP, então teremos bem mais do dobro. Não adianta comparar o que não tem qualquer comparação.
SP: Nos últimos tempos, tem-se falado muito pouco sobre a necessidade de termos um novo hospital. O assunto morreu?
JHA: Há muitos anos que em Águeda foram disponibilizados terrenos para um novo hospital. Na presente conjuntura, não é expectável a construção dum novo hospital, pelo que o importante é preservar e dar cada vez melhores condições ao hospital que temos.
SP: E então?
JHA: Vejo com preocupação a intenção da Misericórdia ampliar significativamente o lar. Essa ampliação reduzirá ainda mais as condições do hospital. O lar tem instalações que, com algumas alterações, serviriam muito bem para desafogar alguns serviços do hospital.
SP: Será essa a solução?
JHA: Estou convencido que será muito mais fácil construir um novo lar do que um novo hospital. Importa pensar, com verdadeira consciência social, o que é efectivamente importante.

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