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Arrancada do Vouga: Quartel da GNR nas mãos da… GNR
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O governo central mandou comprar o espaço, a Câmara fez o projecto e lançou o concurso e, agora, a GNR deu o “não” ao novo aquartelamento. Vá lá entender-se isto.
“Acho estranho, o mesmo Secretário de Estado que disse que o novo quartel era prioritário, diz agora que não é prioridade”, disse Carlos Alberto Pereira, da Junta de Freguesia de Valongo, frisando “achar estranha tal posição”. SP sabe que, entretanto, um oficial da GNR (do Serviço de Inspecções, de Lisboa) esteve em Arrancada do Vouga, para conhecer as (precárias) instalações em que funciona o actual Posto e o seu relatório não terá escondido essas condições. Poderá ser decisivo para a (eventual) decisão de avançar com a construção do quartel. “O Posto está a cair, não tem nenhumas condições, é um edifício com mais de 100 anos, altamente degradado e até é perigoso para os militares”, sublinhou o autarca. O novo aquartelamento, inclusivé, já foi posto a concurso, pela Câmara Municipal de Águeda, em Fevereiro deste ano, pelo valor base de 843 475,60 euros e um prazo de 360 dias para execução. O edifício, numa área da antiga fábrica António Pereira Vidal, teria dois pisos, com serviços administrativos, gabinetes, sala de apoio à vítima, sala de patrulha, cozinha, refeitório e dispensa. O primeiro piso terá (teria) uma sala de formação, um ginásio, balneários e zona de dormitórios. O projecto da Central Projectos, de Coimbra, prevê, ainda, que a zona envolvente seja reservada a estacionamentos e anexos. A Junta de Freguesia, entretanto, prepara um documento a enviar ao Secretário de Estado da Administração Interna” - questionando a decisão, expondo a situação e procurando sensibilizá-lo para “a necessidade e urgência” da construção do novo aquartelamento.
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