Águeda: Património dos Pobres apela à generosidade
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O Património dos Pobres da Freguesia de Águeda, criado em 1953, é uma instituição particular de solidariedade social, que tem a seu cargo um conjunto de 15 habitações em Paredes (8), Vale Domingos (3), Catraia de Assequins (3) e Borralha (1), que são disponibilizadas a pessoas carenciadas do município.
A génese da criação da instituição remonta a Janeiro de 1953, quando o então comandante da Escola Central de Sargentos, tenente-coronel Pinho e Freitas, escreveu ao Padre Américo (1887-1956), dizendo-lhe que estava disposto, com os seus oficiais e alunos, a oferecer uma casa para o Património dos Pobres, na condição de ser construída na então vila.
Três casas iniciais
A oferta foi muito bem acolhida pelo padre Américo, que administrava o Fundo dos Pobres: “A Escola oferecerá uma casa, o pároco, com o seu povo, oferecerá a segunda, e a terceira será oferta minha, do Património dos Pobres. E aqui já temos três casas, na vila de Águeda, para começar...”, escreveu, na resposta ao tenente--coronel Pinho e Freitas. Daí em diante, a fonte da generosidade começou a jorrar: a Escola Central de Sargentos ofereceu 12.000$00; o padre Américo, através do Fundo dos Pobres, deu outros 12.000$00; o prior da freguesia contribuiu com 1.000$00, o mesmo valor dado por Neftali da Silva Sucena , que não hesitou em oferecer o seu primeiro mês de ordenado, em benefício dos pobres. VER EDIÇÃO SP IMPRESSA
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