Águeda: 40 anos da AEA
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A Associação Empresarial de Águeda (AEA) comemorou 40 anos na segunda-feira, 29 de Setembro de 2014, e Ricardo Abrantes, actual presidente da direcção, garantiu que a postura de futuro passará por “manter uma conduta reivindicativa e defensora dos interesses dos empresários”.
“A AEA cresceu e assumiu o papel vital que hoje tem, porque sempre ousou e nunca temeu desafiar o futuro, porque nunca deixou de tomar um caminho reivindicativo, de evidenciar uma grande capacidade interventiva e de apresentar soluções e propostas credíveis, tudo em prole do interesse comum e colectivo das empresas nossas associadas”, disse Ricardo Abrantes. O dirigente lembrou que “Águeda tem mais de 5.000 empresas”, que “exportam mais do que aquilo que importam e contribuem positivamente para a balança comercial do país”. “Águeda é um concelho onde predominam as empresas exportadoras, talvez por isto, o poder instalado em Lisboa deveria olhar para nós com outros olhos”, sublinhou. “Sabemos que custo made in Portugal é elevado e tem vindo a aumentar significativamente nos últimos anos. É o reflexo da periferia do nosso país, do elevado custo energético, da elevada fiscalidade, da falta de crédito bancário e da excessiva rigidez no mercado laboral”, lamentou Ricardo Abrantes, lembrando “a ligação viária Águeda/Aveiro, há muito prometida e nunca construída”. O presidente da AEA garantiu que a instituição “tem efectuado um esforço grande na sensibilização da Administração Central para estes factores de estrangulamento” e defendeu que “o esforço de inovação das empresas tem que ser acompanhado pelo esforço do Estado em criar as condições que favoreçam e promovam a competitividade internacional das empresas portuguesas”. VER EDIÇÃO SP IMPRESSA
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