Ministério coloca em perigo crianças e jovens de Águeda
por SP em Setembro 12,2014
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O Ministério da Educação ainda não colocou o seu representante na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Águeda. “Mostra falta de respeito pela CPCJ e põe em causa a protecção das crianças”, acusam os comissários.
“Há muito já sabia da necessidade da sua substituição, não dando resposta às nossas comunicações”, sublinhou a CPCJ, após uma reunião de análise da situação, realizada hoje, e lembrando que o professor José Marques Vidal terminou o mandato a 31 de Agosto e a função de presidente da CPCJ hoje mesmo, sendo técnico gestor de cerca de 50 processos activos. A CPCJ tem 300 processos activos, “mantendo-os em dia com grande empenho e esforço dos técnicos, muito para além das suas horas de serviço”, sublinha o comunicado. “A atitude do Ministério da Educação, ao atrasar-se na colocação de um professor com competência e capacidade para o exercício do cargo, mostra falta de respeito pela CPCJ e põe em causa a protecção das crianças”, acusa o comunicado, dando conta que “atrasando de forma irremediável o normal acompanhamento dos processos, coloca em perigo os menores”. A CPCJ de Águeda, concluiu o comunicado, “aguarda urgentemente a colocação do representante da Educação, para que os processos possam ser devidamente enquadrados”.
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