Travassô e Ois da Ribeira: Assembleia de Freguesia finalmente…completa
Noticias Relacionadas
No existem notcias relacionadas a este assunto
Rita Martins é a substituta de António Horácio Tavares na Assembleia da União de Freguesias de Travassô e Ois da Ribeira.
A posse da socialista (filha do presidente Mário Martins) quase passou despercebida, na última reunião da AFTOR, a 30 de Junho, depois de se sentar no lugar, ser convidada a sair pelo presidente Sérgio Neves (PSD) e, depois, anunciada e assumir o cargo, como membro efectivo. Rita Martins, de Travassô, substitui António Horácio Tavares (PS), de Ois da Ribeira - que é vogal da Junta, a substituir a auto-suspensa Marta Morais, todos do PS. AAFTOR desde 24 de Fevereiro que (mal) funcionava com apenas 8 elementos - sendo atribuídas faltas injustificadas a António Horácio Tavares.
Obras da ponte
A asssembleia teve outros actores, além dos falados na última edição SP. E até uma entrega (quase furtiva) de chaves ao PAF, por Horácio Santos. A ponte (que anda em obras a passo de lesma) foi um dos temas. Germano Venade (PSD) chegou a dizer que o caminho (alternativo) de Cabanões ”mais parece uma picada” e perguntou “para quem foi a madeira do aterro e do Trainel?”. O presidente Mário Martins explicou que a de Cabanões “rendeu 1200 e qualquer coisa euros” e que “a de Almear não deu receita para a Junta”. Foi, disse, ”um acordo da Câmara de Águeda, com os madeireiros”. A sinalização da via alternativa à ponte, segundo Germano Venade, “é para quem sai de Ois e não para quem entra”. Mas, disse o presidente da Junta de Freguesia, “está aprovada e não se pode chegar lá e mudá-la”. Não se pode. E o símbolo da União de Freguesias? A pergunta foi de Paulo Pires (PSD) e respondeu Mário Martins que ”estamos a trabalhar com uma empresa, mas já rejeitámos várias propostas”. Frisou que “há questões heráldicas a respeitar”. Outras questões foram a da análise da água da fonte de Cabanões e os menos participantes no cicloturismo. “Há informações técnicas de que a água sofre alterações bacteriológicas no mesmo do dia, pelo pouco valerá a fiabilidade da informação de análise”, disse Mário Martins, respondendo a Paulo Pires, também sobre o cicloturismo e dizendo que “houve, realmente, alguma redução significativa” de participantes. Ainda sobre o cicloturismo, registou-se mais uma altercação presidencial, para o qual Sérgio Neves disse ”não ter sido convidado”. Foi, não foi (??), o certo é que o presidente da AF acabou por dizer que vai “pôr uma caixa de correio à porta da sala da AF, já que não quer (Mário Martins) ir aos Correios” mandar a correspondência.
Ois da Ribeira e Almear
Outro momento de tensão: Mário Martins quis falar e Sérgio Neves não autorizou. A troca de”mimos” levou a uma segunda suspensão de trabalhos, que, porém, não se concretizou, continuando os presidentes com azedas trocas de palavras, depois da retirada do ponto para a informação do presidente da Junta (“sem suporte documental”, justificou Sérgio Neves) e o período aberto ao público. “É verdade que fez a afirmação de que Ois ia ser tratada tal e qual Almear?”, começou por perguntar Hercílio de Almeida, de Ois da Ribeira. “Almear é igual a Ois, a Travassô...”, respondeu Mário Martins. “Disse ou não disse?!”, insistiu Hercílio de Almeida. “Não, não, não...”, disse o presidente, depois questionado sobre os passadiços da pateira, na zona da canoagem. António Gomes falou de acessos para deficientes e de uma sala de mudança de fraldas nos sanitários dos parques da pateira e de Nossa Senhora do Amparo e Mário Pires perguntou pela situação do posto médico. VER EDIÇÃO SP IMPRESSA
459 vezes lido
|