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Travassô e Ois da Ribeira: Mentira e vergonhas na Assembleia

por Redacção Soberania em Julho 02,2014

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A Assembleia de Freguesia de Travassô e Ois da Ribeira, a 30 de Junho, tinha cinco pontos, mas um foi retirado.

Os trabalhos começaram com Sérgio Neves, presidente da Assembleia de Freguesia, a “pôr ponto final” no caso do mandato de António Horácio Tavares (PS), como vogal da Junta, e “corrigindo as suas faltas” como membro da Assembleia. Um  parecer da CCDRC diz que “cabe à Junta de Freguesia autorizar as suspensões e prorrogações de mandato dos vogais e não à Assembleia”.

Palco de mentiras

O período de antes da ordem do dia começou com Manuel Almeida “Capitão” (PSD) a questionar Mário Martins (PS) sobre o posto médico, fonte do Valbom, caminho do campo e o “Travassô e Ois da Ribeira em Movimento”, que “esqueceu Ois”.
Teve troco: “Quando votaram contra a delegação de competências, deviam saber que estavam a condicionar as obras. As consequências são desastrosas. Este ano, ainda não recebemos um cêntimo da Câmara e você tem mais responsabilidade, pela sua experiência autárquica”. “É costume mentir“ disse Mário Martins, acrescentando que “esta sala está a transformar-se num palco de mentiras”.
Reagiu Manuel Almeida: “Já não é a primeira vez que me chama mentiroso”. E perguntou-lhe pelos 15 000 euros, que “eram para ser gastos em Ois e foram gastos em Travassô”.
Diamantino Correia (PS) interveio para “esclarecer o sr. Mário”: Acusa-nos que prejudicámos a Junta, pelo chumbo da delegação de competências. Ora a AF não chumbou nada, não havia documentos”.
“Claro que assumo que não entreguei documentos. Mas você tínha-os. Tinha-os no escuro”, disse Mário Martins.
“Foram-me entregues particularmente”, disse Diamantino Correia: “Não foi a Junta”.

Trabalhos suspensos

A assembleia teve outras intervenções e chegou-se a uma primeira suspensão de 10 minutos, depois de mais uma acesa disucussão entre Sérgio Neves e Mário Martins, reciprocamente se apelidando de mentirosos, ora porque um queria falar (MM), ora por outro não deixava (SN).
“Quero falar”, disse Martins.
“Não vou dar autorização”, disse Neves.
“Vai, vai...”, disse Martins.
“Não dou”, redisse Neves.
“Vai, vai...”, insistiu Mário Martins, frisando a Sérgio Neves que “o sr. é mentiroso e eu vou responder, com autorização, ou sem autorização”.
Sérgio Neves suspendeu a sessão, mas continuou a troca de palavras, sobre convites,  cartas e emails, que se mandaram e (não) se receberam.
“Estamos há duas horas a discutir zero. Ou isto anda, ou vou-me embora”, chegou a dizer Diamantino Correia.
Andou. Sérgio Neves, sobre o terceiro ponto - o de informações do presidente da Junta sobre a União e situação financeira da autarquia, passou adiante: “Não há suporte escrito, é um ponto encerrado”. E não houve comentários.

É uma vergonha

Houve foi nova escaramuça verbal entre os dois presidentes, sobre cartas registadas para 5 endereços diferentes. “Isto é um gozo, é infantilidade, é de mais. E depois querem que uma pessoa seja santa”, disse Mário Martins.
Explicou-se Sérgio Neves, que “na net há duas ou três direcções”e que “isso será corrigido até à próxima Assembleia”. Sobre correio, acusou M. Martins de “não entregar” o que chega para a AF. O que, segundo Martins, “é mentira”.
Chegou a vez do público e Manuel Soares disse que “tenho pena do que aconteceu aqui”. “Parem todos para repensar, sentem-se na mesma mesa e partam a pedra toda. Isto é uma vergonha. Vocês têm de parar com isto ou então vão para eleições. Isto é a falência do poder local”, sublinhou.
José Vidal, da Concelhia do PS, também interveio: “Todas as Assembleias são ilegais desde 19 de Dezembro. Ainda bem que o sr. presidente resolveu isto, ainda bem...”.
“Está reposta a legalidade e vocês terão de resolver as vossas diferenças”, disse José Vidal.


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