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Quando se constrói sem alicerces é fácil a derrocada

por Almeida Roque (Comendador) em Maio 28,2014

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As eleições Europeias vieram pôr a nu, definitivamente, a revolta dos cidadãos esclarecidos em relação às formas de procedimento dos partidos e da classe política.
Palmas para o dr. Marinho e Pinto que, depois de prestar um grande serviço ao País, pela sua desinibição, pondo a nu as misérias nas corporações da Justiça, fazendo dois mandatos e influenciando a sua sucessão, veio agora dar um tiro na nossa organização política, dando voz ao descontentamento dos cidadãos que, em nome da Democracia, deviam ser eles a mandar mas, incoerência das incoerências, foram encurralados  numa “prisão sem chaves”, a mando dos seus mandados.
Não queria ver o dr. Marinho Pinto a governar, mas a verdade é que ele, acicatado por sentimentos que são do seu foro pessoal e não importa aqui analisar, prestou enorme serviço ao País nos seus dois mandatos de Bastonário e, agora, com a sua actuação, incorrectamente política,  deu voz ao descontentamento de grande parte dos desencantados, com os governantes e oposição.  
Esta é a grande lição a extrair do acto eleitoral do dia 25/05/2014, pois o resto não trouxe qualquer surpresa, a não ser a encoberta derrota da coligação e do Partido Socialista!
O seu resultado é uma resposta quase perfeita, ao que se passa no palco de comédias em que, os políticos, têm transformado a Assembleia da República, que transvaza para a Sociedade, a cultura da falta de vergonha e também:
Ao que se diz na comunicação social falada e escrita e …às diatribes que dizem e fazem os actores políticos, dos quais sobressaem as traquinices dos anquilosados, Alegre e Soares, que se autoproclamam de genuinamente democratas ao meio dia e, à noite, imploram o apoio da força para expulsar a Democracia do Poder, com apoio de alguns “Capitães de Abril”... que parece terem saudade do tempo de Vasco Gonçalves!
Se ao resultado do dia 25/05/2014, juntarmos sobretudo o que se passou em França mas, também, na maior parte da Europa, pode afirmar-se  que, se há muito se ouvia o som de uma campaínha de alarme, ouve-se agora o som agudo da sirene e vê-se, a luz vermelha, que prenuncia perigo eminente !
Esta Europa que parece ter esquecido completamente a tragédia da Guerra Civil Espanhola e o inferno em que, a seguir, se transformou o Mundo, até ao Holocausto de  Hiroshima, em 1946, e debate-se num mar de contradições.
A falta de coragem de alguns e o prazer hegemónico de outros, são inimigos da clarividência e meditação enquanto o algoz, sentindo a fraqueza dos seus adversários, aguça a gula do poder.
A Rússia está a imitar o Hitler quando este, em 1938, assinou um acordo de paz com Inglaterra, a França e mais tarde com Estaline, para depois lhes fazer a guerra.
 Agora, Putin adoça a boca aos Chineses, oferecendo-lhe o  gás mais barato para manter a Europa quieta e, mesmo com alguns protestos inconsequentes, vai anexando, sem a concomitante reacção, a Criméia e tentando fazer o mesmo na Ucrânia! O que virá a seguir?
E tudo isto é facilitado pela desunião de uma Europa engendrada apressadamente, onde o (mal disfarçado egoísmo) da... é aliciado pela fraqueza dos seus associados, alicerçada em querelas antigas e na falta de preparação política para esta união, em que esse vocábulo não tem qualquer realismo.
A França, a quem competiria fazer a união com a Europa do Sul e Mediterrânica, para manter o equilíbrio desta, anestesiada pela liberdade hiperbólica da “Sua Revolução” e emburguesada por sucessivos Governos Socialistas(?), esquecida a sua “Legião” e substituída esta por outra (legião) de heterogéneos emigrantes, não passa de fantasma, da sua proverbial grandeza!
E assim dividida, para permitir um reinado mais fácil, sem organização nem solidariedade ou coragem, dos menos fortes para se defenderem do Gigante, esta Europa, incapaz de tomar as decisões que se impunham, vai caminhando aos solavancos.
Até quando?
DIFÍCIL DE PREVER O FUTURO…  QUANDO QUEM, LHE PODE DAR REA-LISMO …  NÃO ESTÁ  INTERESSADO EM O FAZER!!! n ALMEIDA ROQUE

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