Administração do Centro Hospitalar aponta o dedo a Gil Nadais
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O presidente do conselho de administração do Centro Hopsitalar do Baixo Vouga, a propósito da manifestação de amanhã, convocada pelo presidente da Câmara Municipal de Águeda, emitiu um comunicado em que, nomeadamente, “estranha que esta pseudo-proatividade não se tenha verificado nos últimos dez anos, altura em que poderia ter ajudado os Conselhos de Administração que nos precederam a modernizar o Hospital de Águeda, como aconteceu em situações similares, aproveitando o acesso aos fundos comunitários, processo que ele refere dominar”.
É este o texto completo do comunicado:
O “O Hospital de Águeda pólo integrante do Centro Hospitalar do Baixo Vouga juntamente com o Hospital de Aveiro e de Estarreja não precisam de ser defendidos porque não estão a ser atacados nem vão sofrer qualquer ataque.
O O Ministro da Saúde e o Secretário de Estado têm referido, sem qualquer indicio de equivoco, que os Hospitais de Águeda e o Hospital de Estarreja integram o Centro Hospitalar do Baixo Vouga e não serão objecto de qualquer alteração no que respeita ao desempenho das respectivas missões, no âmbito do Serviço Nacional de Saúde.
A beneficiação da área onde funciona a cirurgia do ambulatório em que as camas dos doentes deixaram de estar encostadas às paredes, passando a permitir as melhores práticas clínicas, o melhor conforto e segurança do doente e melhores condições para os acompanhantes; a segunda fase das obras que permitirão que no mesmo piso e no mesmo dia se proceda a registo do doente, consultas de cirurgia e anestesiologia e execução de meios complementares de diagnóstico e terapêutica garantindo que o doente, quando vier ao hospital para ser operado, tenha a certeza de que o seu processo está em ordem e que a cirurgia não vá ser adiada por motivo que lhe seja alheio, são provas cabais de que estamos a investir para o futuro.
A resposta aos questionários de satisfação, quando da alta, vai ser determinante para aferirmos da qualidade percebida por cada um dos utilizadores da unidade de cirurgia do ambulatório.
A integração de uma viatura SIV no Serviço de Urgência Básica é uma mais-valia e tem garantindo uma maior segurança nos transportes dos doentes que carecem de tratamentos mais diferenciados nas deslocações do Hospital de Aveiro e ao Centro Hospitalar Universitário de Coimbra.
O projecto de beneficiação e humanização do circuito do doente no serviço de Urgência Básica e que compreende um gabinete de triagem para adultos e outro para crianças, permitindo acolhimento personalizado e humanizado, respectivas salas de espera e gabinetes de trabalho para médicos e enfermeiros, são prova evidente de que estamos a trabalhar para o futuro. Neste momento o obstáculo é a afectação do respectivo envelope financeiro, estimado em 500.000€, que o Sr. Presidente da Câmara disse que disponibilizava e, até ao momento, continuamos a aguardar tranquilamente e sem ansiedade esse ato, considerando de elevada responsabilidade social.
O Conselho de Administração estranha que esta pseudo-proatividade por parte do Presidente da Câmara não se tenha verificado nos últimos dez anos, altura em que poderia ter ajudado os Conselhos de Administração que nos precederam a modernizar o Hospital de Águeda, como aconteceu em situações similares, aproveitando o acesso aos fundos comunitários, processo que ele refere dominar”.
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