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Cultura: União de Bandas aprovou contas de 2013
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A União de Bandas de Águeda (UBA) reuniu, recentemente, em assembleia geral, aprovou as contas do ano passado e debruçou-se sobre o que será a sua actividade em 2014.
António Almeida e Silva, presidente da direcção, revelou que uma das novidades para o novo ano está associada ao Concerto da OMA, a 10 de Junho, que será dirigido por um maestro convidado. SP: A UBA aprovou o relatório e contas de 2013. Como é que estão as contas? AAS: As contas da UBA, para além de certas, estão sempre equilibradas, porque fazemos orçamentos racionais. Despesas de acordo com as receitas! SP: A Câmara continua a ser um baluarte importante da UBA. Os subsídios, em particular, são aceitáveis para os tempos que correm? AAS: Estamos em tempo de “vacas magras”, logo, procuraremos dar o máximo do mínimo que temos. Mais importante que o dinheiro, às vezes, é o relacionamento perfeito que a Câmara Municipal tem com a UBA, e esta com as suas associadas. SP: Sabe-se que 2014 marcará um novo figurino do Concerto da Orquestra Municipal da Águeda (OMA), em Junho. Qual é a grande novidade? AAS: Habitualmente, no Concerto da OMA, a 10 de Junho, cada maestro das nossas associadas dirigia uma obra de sua escolha. Ora, este ano, decidimos convidar um maestro “estranho” às nossas Bandas para dirigir todo o concerto. SP: O Concerto da OMA será antecedido, este ano, de um workshop. Com que alinhamento e objectivos? AAS: É muito importante que os músicos tenham contacto com métodos, regências e novas pedagogias. Alargam-se os seus conhecimentos e enriquecem-se os seus currículos! Foi pensando nisso e, também, no resultado final em palco, no Concerto do dia 10 de Junho, que procurámos trazer, este ano, alguém com credenciais bastantes para um bom espectáculo, após o workshop que se realiza de 6 a 9, a cargo do maestro da Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana (GNR), Capitão João Afonso Cerqueira. SP: Fermentelos voltará a ser palco, em Outubro, do Festival da UBA. Nos mesmos moldes? AAS: É muito difícil alterar o figurino traçado há 25 anos. Mais coisa menos coisa, no essencial mantém-se! SP: O ano de 2014 é tempo de eleições na UBA. Gostava de continuar? AAS: Na última assembleia geral, o presidente da mesa lançou um repto aos associados, para que se pronunciassem no sentido de eu poder candidatar-me ao lugar de presidente da direcção, para lá do que estabelecem os estatutos (três mandatos, que se esgotam este ano), o que foi aprovado, por unanimidade, com todas as Bandas associadas presentes. Até ao fim do ano, temos tempo de pensar nisso, porque, como fui apanhado de surpresa, nem reagi! SP: Tema actual é a intenção de se reatarem as relações de Águeda com Rio Grande, no Brasil. De que modo é que a UBA estará disponível para este desafio? AAS: A UBA dará o seu contributo, se for chamada a fazê-lo, mas não esqueçamos que as relações oficiais da geminação são inter-cidades Águeda/Rio Grande.
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