Águeda: Rio invadiu baixa da cidade
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O Rio Águeda transbordou no dia 24 de Dezembro e invadiu a baixa da cidade, alagando ruas, casas e estabelecimentos comerciais, e deixando um rasto de sujidade.
Os Bombeiros Voluntários e a protecção civil municipal foram solicitados para inúmeras ocorrências e o presidente Gil Nadais chegou a temer, ao final da tarde de 24 de Dezembro, “uma das maiores cheias de sempre, em Águeda”. A água, que deixou um imenso rasto de lama, invadiu o Sardão, os Abadinhos, as ruas Manuel Pinto, Cabedo e Lencastre, 5 de Outubro, Vasco da Gama, José Maria Veloso, Soberania do Povo e Celestino Neto; e as praças 1º. de Maio, João Elísio Sucena, Conselheiro Albano de Melo e da República. Muitos dos moradores e comerciantes, afectados pela subida do nível do rio, passaram o dia de Natal em limpezas e a fazer contas aos prejuízos, contando com a ajuda de bombeiros e protecção civil. A cheia do passado dia 24 de Dezembro fez recordar o Natal de 1995 (há 18 anos), altura em que Águeda viveu uma das maiores enchentes de sempre. n BORRALHA: Intransitáveis as ruas Conde Caldeira (junto ao Estádio Municipal, Complexo de Ténis e Hotel Palácio de Águeda) e na Horta Velha, onde uma família ficou desalojada (ver página 12). n BOLFIAR: As estruturas de ferro do arranjo da ponte, ficaram bastante danificadas, em consequência, sobretudo, do efeito de represa, a montante da ligação entre as duas margens. n PATEIRA: A Pato Bravo, draga utilizada na remoção dos jacintos de água, na pateira, não resistiu à força do vento, tendo virado, na margem de Ois da Ribeira.
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