Valongo do Vouga: Guerra de taxas do cemitério
Noticias Relacionadas
No existem notcias relacionadas a este assunto
António Simões Estima acusa a Junta de Freguesia de Valongo do Vouga de, com a alteração do regulamento dos cemitérios, “ver apenas uma importante fonte de rendimento, com a cobrança de uma elevada taxa”.
O antigo presidente da Junta de Freguesia e também ex-vereador municipal, considera que “é nossa convicção que a Junta de Freguesia está a tratar o averbamento de alvarás de uma forma muito pouco séria e responsável, dando origem a que se cometam ilegalidades que podem prejudicar gravemente os legítimos direitos do herdeiros”. Carlos Alberto Pereira, ex-presidente e membro do actual executivo, citado por António Simões Estima, diz que este “terá de provar o que diz” e anunciou a SP que “as acusações que me faz” - num extenso documento de oito páginas - “estão entregues a um gabinete de advogados”. A questão, de resto, segundo Carlos Alberto Pereira, “já andou pelos Tribunais” e sobre o regulamento do cemitério se pronunciaram favoravelmente o Ministério Público, a Provedoria de Justiça, a Inspecção Geral da Administração do Território e o Ministério da Administração Interna. “Deram-nos razão”, disse Carlos Alberto Pereira, lembrando que “a questão esteve em discussão pública”. “O sr. Estima já foi presidente da Junta de Freguesia e sabe bem que também cobrava taxas do cemitério”, acrescentou o actual autarca, reservando-se para a Assembleia de Freguesia de 26 de Dezembro, na qual, disse, fará “todos os esclarecimentos”.
Taxas actuais
As taxas de cemitério praticadas pela Junta de Freguesia de Valongo são as seguintes: - Jazigo simples: 250 euros. - Jazigo duplo: 400. - Jazigo-capela: 800. António Simões Estima diz que “há freguesias vizinhas onde não são cobradas taxas e noutras apenas se procede à cobrança de uma única taxa, de valor muito inferior”. “As de Valongo - argumenta Carlos Alberto Pereira - foram aprovadas depois de estarem discussão pública”.
588 vezes lido
|