PSD de Águeda analisou eleições
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A assembleia de Secção do PSD de Águeda reuniu em sessão plenária, a 8 de Novembro, com grande participação de militantes e simpatizantes. Quer afirmar-se com o projecto alternativo ao PS.
A ordem de trabalhos apontava para o debate da situação política local e nacional. Quanto a esta, foi feita uma reflexão sobre algumas medidas o Orçamento de Estado para 2014, no enquadramento da intervenção externa a que o pais está submetido. n LOCAL: Quanto a política local, foi feita uma análise aos resultados das últimas eleições autárquicas e, face ao resultado negativo, os militantes foram unânimes na “necessidade do partido adoptar uma nova estratégia de abertura a sociedade e de preparação de uma forma de oposição construtiva, mas firme, ao poder absoluto do Partido Socialista”. Tendo em vista a preparação de uma alternativa, a comissão política anunciou um calendário eleitoral que prevê a realização de eleições para os órgãos de Secção, a realizar em Janeiro de 2014, em simultâneo com as eleições para os órgãos do PSDdistrital de Aveiro e as eleições directas para a liderança nacional. n HOSPITAL: Foi abordada a questão do hospital, tendo a deputada (e vereadora) Paula Cardoso informado da reunião do presidente da Câmara Municipal com o Secretário de Estado da Saúde, bem como de uma audição com deputados, na AR, em que apenas estiveram eleitos do PSD e do PS. Resultou a convicção de que o hospital de Águeda não será entregue à Santa Casa da Misericórdia e, a prazo, verá as suas valências valorizadas, no quadro do Centro Hospitalar do Baixo Vouga. n JOVENS: Fonte do PSD deu conta a SP da “relevante participação de militantes jovens” no plenário, manifestando “uma forte vontade de renovação, mobilização e mudança de ciclo político, com as eleições europeias e legislativas no horizonte próximo”. O plenário salientou “o grande trabalho da direcção de campanha nas eleições autárquicas, em ambiente de dificuldades do país e de elevados níveis de abstenção”, também, sublinhou-se, “por efeito da política de austeridade imposta pelos credores externos”.
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