Saúde: Hospital de Águeda no Parlamento
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A Câmara Municipal de Águeda foi ouvida na Assemnleia da República, no âmbito da petição sobre o Hospital, entregue a 9 de Julho.
A delegação, formada pelo presidente Gil Nadais, vice-presidente Jorge H. Almeida e vereador Edson Santos - a que se juntou a deputada Paula Cardoso - explicou à Comissão Parlamentar da Saúde a situação de "esvaziamento do hospital". Esvaziamento de especialidades e de médicos. O Hospital de Águeda, desde a formação do Centro Hospital do Baixo Vouga, perdeu os serviços de cirurgia, ortopedia, internamento de cardiologia, laboratórios de análises e o serviço de urgência baixou a básico - deixando de fazer cirurgias. Está limitado a dois médicos generalistas (contratados) no atendimento, quando não é só um. E, antes, eram cinco, 24 sobre 24 horas. Os médicos especialistas “desapareceram” para Aveiro: de cirurgia, ortopedia, patolgias cínicas e anestesistas. Eram cerca de 20, passaram a ... zero. “O que se faz em Águeda é residual”, assegurou-nos Jorge H. Almeida, vice-presidente da Câmara Municipal e profissional de enfermagem do CHBV.
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