Saúde: Médicos das Urgências já não são sub-contratados
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Os médicos da Urgência Geral dos Hospitais de Aveiro e Águeda deixaram de ser sub-contratados por empresas de trabalho temporário. O ministério, segundo um comunicado do PCP, “à revelia do acordo com os Sindicatos Médicos, manteve abertos concursos para empresas de prestação de serviços médicos”. “É um passo inaceitável, rumo à privatização do SNS e um ataque brutal aos direitos no trabalho dos médicos”, disse o PCP, precisando que “um utente que julgue estar a recorrer ao Serviço Público do SNS estaria, na realidade, a recorrer aos serviços de uma empresa privada, dando, inclusivamente, lucros a empresas de capital estrangeiro”. Os médicos contratados tinham reduções salariais que chegam aos 35%, a recibo verde, mas “em defesa do serviço público e dos seus direitos laborais, recusaram--se a integrar as empresas de trabalho temporário” - que, sem quadros próprios, foram incapazes de apresentar uma escala para as urgências e, por isso, foram desclassificadas do concurso. O Ministério da Saúde “foi obrigado a manter os actuais contratos com estes trabalhadores, abrindo, inclusivamente, a porta a novas contratações, de modo a que as escalas possam ser completadas”.
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