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Bandas de Águeda: Museu da Filarmonia

por Redacção Soberania em Outubro 30,2013

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O presidnete Jorge Mendonça lançou o repto da criação do Museu da Filarmonia à Câmara Municipal e à União de Bandas de Águeda (UBA), no decorrer do jantar festivo da Marcial, que reuniu cerca de 250 pessoas.  

A ideia já tinha sido aflorada por SP, em recente entrevista a António de Almeida e Silva, por altura dos 25 anos da UBA, prometendo “abordar e estudar o assunto com as entidades competentes” e sublinhando que se trataria de “um projecto só possível com a orientação da Câmara”.  

Projecto supra-municipal

“Os cinco séculos e meio que a história conjunta das cinco filarmónicas encerra e representa no concelho e no país, são já merecedores de uma instituição ao serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, que, aberta ao público, adquira, conserve, estude, comunique e exponha testemunhos materiais da filarmonia, tendo em vista o estudo, a educação e a fruição”, sustentou o presidente da Banda Marcial.
Jorge Mendonça referiu-se a “um projecto supra-municipal, que integre uma parceria que mobilize entidades locais, singulares e colectivas, públicas e privadas, e, em particular, as filarmónicas dos municípios que integram a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, onde assumem particular destaque as associadas da UBA”.
“Este Museu da Filarmonia poderá muito bem ser o melhor espaço museológico do país, nesta área específica do conhecimento, e, porque não ambicioná-lo, ser mesmo um dos melhores do mundo”, referiu Jorge Mendonça.

Câmara aceita o repto

O vereador Jorge H. Almeida considerou que “o repto lançado faz sentido, com as parcerias das cinco bandas e da UBA”, e, entusiasmado com a ideia, garantiu que “não a vamos deixar cair”, defendendo “um projecto que represente a história de Águeda de forma viva e dinâmica”.
António de Almeida e Silva foi coerente com o que já tinha dito a SP na edição de 2 de Outubro: “É um assunto que a UBA não poderá resolver sozinha, mas, com a Câmara Municipal a liderar o processo,  estaremos disponíveis para colaborar”, frisou.
“É uma obra necessária de muito relevo”, constatou Carlos Nolasco, presidente da Junta de Freguesia de Fermentelos, por sua vez, dizendo que “um concelho com cinco bandas tem o direito de ter um grande museu da filarmonia” e que “estamos disponíveis para apoiar esta iniciativa”.


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