Cultura: Museu das Filarmónicas de Águeda
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As cinco bandas de Águeda chegam ao final de 2013 com 550 anos de história acumulados.
A Marcial terá 145, 117 a Castanheirense, 108 a Alvarense, 92 a Nova e 88 a 12 de Abril. SP: Não é tempo para a criação do Museu das Filarmónicas de Águeda? AAS: Não gostaríamos de correr os riscos que outros já correram, nesta matéria, com experiências pouco alicerçadas. Um museu em Águeda carece do preenchimento de dois itens muito importantes: primeiro, a disponibilidade das Bandas para cederem o seu espólio museístico a um espaço da cidade. Não sei se haverá esse estado de abertura, em todas elas! Segundo, é um projecto só possível com a responsabilidade e orientação da Câmara. Esta Câmara tem sensibilidade para essas coisas, abordaremos o assunto, estudá-lo-emos em conjunto com as entidades competentes e, depois, anunciaremos o resultado. SP: Cumpre o segundo mandato na presidência da UBA. O movimento filarmónico pode contar com quê até ao final desta missão? AAS: Fui e serei sempre um contestatário às práticas que afectem as relações entre as Bandas, principalmente as do nosso concelho, mas não só, e tudo farei para que a vivência entre elas seja o reflexo da harmonia delas, quando tocam.
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