Cultura: UBA está a altura
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O presidente da Câmara, considera que a União de Banda de Águeda “tem sabido estar à altura das suas responsabilidades” ao longo destes 25 anos.
Gil Nadais mostra-se satisfeito com a parceria entre a edilidade e a UBA e considera que “a Orquestra Municipal de Águeda terá obrigatoriamente de ganhar o seu espaço no meio filarmónico nacional e, quiçá, internacional”. SP: A UBA comemora as bodas de prata no próximo domingo. Como é que avalia o seu desempenho, ao longo destes 25 anos? GN: Ao longo destes 25 anos, a UBA tem sabido estar à altura das suas responsabilidades, fazendo um digno papel de facilitador e mediador na articulação entre as próprias bandas filarmónicas. A autarquia assumiu-se como parceiro institucional, que procura ir de encontro das necessidades e da dignificação do mundo filarmónico aguedense, como a criação da Orquestra Municipal de Águeda bem atesta pela conjugação de esforços entre Câmara Municipal e União de Bandas de Águeda, ou a recente edição de uma obra, pelo historiador Deniz Ramos, sobre o crescendo do movimento filarmónico no concelho de Águeda. SP: A Orquestra Municipal de Águeda resultou do “casamento” da autarquia com a UBA. É possível dar-lhe maior amplitude no futuro? GN: Um fenómeno musical com o fôlego da Orquestra Municipal de Águeda terá, obrigatoriamente, de ganhar o seu espaço no meio filarmónico nacional e, quiçá, internacional, já que a qualidade revelada não desprestigia Águeda. Aliás, a sua qualidade deriva em proporção directa do patamar superior atingido pelas cinco bandas existentes no concelho. As produções próprias poderão ser um caminho a seguir, basta olhar para o trabalho realizado em “Alma”, de Manuel Alegre.
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