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Quando a máscara cai fica à vista a miséria moral

por Almeida Roque (Comendador) em Maio 29,2013

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Se ainda houvesse dúvidas, no dia 17 deste mês de Maio de 2013, ficámos esclarecidos sobre a grande maioria das figuras que representam o Povo, na Assembleia da República.
Aqueles actores não foram os agentes do Povo que dizem representar, mais parecendo configurar as guardas avançadas de seitas do mal, alheios a qualquer relação com o Povo e, naquele dia, consumaram uma farsa que representa uma enorme tragédia moral, com os efeitos de uma peste contagiosa e incurável!
Contra a vontade da esmagadora maioria do Povo, confirmada nas entrevistas de rua  da RTP, com respostas quase na totalidade negativas, ficou claramente provado, com este plebiscito popular, a falsidade dessa monstruosa votação.
Aquela abominável farsa representa a maior violentação praticada contra as crianças portuguesas que, no futuro, podem ser obrigadas a viver com adoptantes, cujas práticas os levarão ao repúdio ou à prostituição, por convivência.
Penso no que poderá acontecer, por exemplo, no recreio de uma escola, com os condiscípulos de um desses infelizes adoptados a ser chamado por nomes que ele não quer ter e cujo anátema será obrigado a carregar por toda a vida.
Pelo que as estatísticas vão mostrando, parece também que, em grande parte dessas aberrantes uniões (?),  as desuniões são frequentes e muitas delas têm vida mais ou menos tormentosa, não constituindo, por isso, exemplo positivo para qualquer criança.
Se é verdade que se fala desta “traição a masculinidade” desde há milhares de anos, até praticamente ao fim do século 20, essas práticas contra-natura não tinham expressão, porque eram genericamente condenáveis e viviam na clandestinidade.
Já em 1932, quando fui para Lisboa e morava na Rua António Augusto de Aguiar, lateral ao Parque Eduardo VII, se comentava que este era a “casa de tia“, dos alunos da Casa Pia, como se comentavam outras aberrações que, por decoro, não reproduzo, mas eram sempre casos mais ou menos isolados e comentados em surdina.
Por tudo isto, quando esse processo se tornou público, eu disse que seria um terramoto mais prejudicial para a sociedade portuguesa, do que aquele que arrasou Lisboa em 1755. Foi terrível, mas circunscrito no espaço e no tempo e este, é abrangente e progressivo!
Foi a partir do processo Casa Pia que os jornais se povoaram  de “casos”, que se avolumaram como bola de neve, trazendo novos motivos de instabilidade para a vida da sociedade, em geral, começando logo as acusações a contarem-se por milhares ao ano, grande parte delas infundadas, mas que deixaram e continuarão a deixar nódoas e a incriminar inocentes, condenados antecipadamente na praça pública.
A tudo o que a natureza criou, traçou também, um objectivo concreto. Por essa razão deu ao homem e à mulher, o privilégio, único, de manter a espécie humana e, para tornar este objectivo mais apetecível, adornou-o com prazer.
Tentar violentar esta lei natural é transformar o homem de animal superior em inferior, pois não há conhecimento de que dois machos, alguma vez acasalassem e muitos lutam, até à morte, para defender a companheira.
Violar a natureza, além de traição, terá também como objectivo criar um “laboratório-escola”, para tentar perverter aquela (natureza); estas aberrações, trarão a sequente MISÉRIA MORAL, que servirá para os profissionais da perversão social melhor atingirem os seus objectivos ignóbeis!
Lamenta-se que um partido que podia ser útil ao “arco político”, se tenha arvorado em “chefe de fila”, para fazer aprovar uma lei (?) tão aberrante, mas não é menos verdade que todos os partidos ficaram manchados e até os chamados democratas-cristãos se chamuscaram, por omissão.
Ficará marcado, para sempre, o órgão máximo do país, que aprovou uma lei injusta e desumana, que violentará tantos milhares de crianças e concorrerá para degradar, ainda mais, a sociedade e terá como objectivo obedecer aos lobbies internacionais.
Só os cegos ou imbecis terão dúvidas “do que valem estes procuradores do Povo”, que manterão o “sistema”, indicando, para os substituir (quando não for possível continuarem), outros iguais ou ainda piores, sem deixarem outra alternativa a quem dizem defender!
Esta engenharia política criou um “circuito fechado” onde, na prática, só entra quem lá está permite e, por esta forma, a classe política é, objectivamente, a dona do nosso futuro, porque tem o poder de fazer leis como a que está em apreço. E quem, como eu, se sacrifica diariamente, para bem da Sociedade que ama, pede a Deus mais tempo e inspiração para melhor A SERVIR, embora carregando a angústia de mais não poder fazer do que dizer e escrever o que pensa ser verdade, com a decisão inabalável de lutar por  ELA  (Sociedade) ATÉ AO FIM!!!  
n ALMEIDA ROQUE


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