Aguada de Cima: Assembleia de Freguesia aprovou contas de 2012
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A Assembleia de Freguesia de Aguada de Cima aprovou, por maioria, as contas de 2012.
O presidente Heitor Garruço explicou a auditoria sobre a utilização de um tractor da Junta e a aquisição da casa em S. Martinho e de um terreno no centro da freguesia. Em relação à casa, a ideia foi abandonada, devido ao aparecimento de uma comissão do lugar, que liderava as operações directamente com a Câmara Municipal de Águeda. Quanto ao terreno no centro da vila, o negócio foi concretizado com apoio da Câmara e só cedido desde que se destinasse a utilização pública. Irene Henriques opinou que também a Forcada necessitava de uma casa para arrumos da capela. Heitor Garruço apresentou os trabalhos e situação financeira da autarquia, desde a última Assembleia. José António Clemente interveio sobre diversos assuntos e Irene Henriques comentou o projecto dos arranjos exteriores da casa mortuária, mostrando-se indignada por o autor "não ter tido a noção das necessidades, hábitos e costumes das gentes de Aguada de Cima". Disse que, pertencendo à Comissão Fabriqueira, várias vezes tinha solicitado à Junta de Freguesia o projecto e nunca conseguiu analisar o que iriam fazer. Recordou que, na última procissão da Almas da Areosa, foi grande a confusão, com os andores pelo meio das árvores. A AF aprovou as contas de 2012, com sete votos a favor e uma abstenção, e, por unanimidade, a primeira revisão orçamental de 2013, assim como a doação de um terreno à freguesia e a delegação de competências da Câmara. O protocolo de construção de passeios em S. Martinho foi aprovado, com uma abstenção. O público abordou os arranjos da casa mortuária e os materiais utilizados na reposição da conduta de água da Rua das Almas, que provoca demasiado pó. Cátia Oliveira apelou ao bom senso de todos, na apresentação dos assuntos. n JAIME CRISTO
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