PSD de Águeda agita coligação
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Os comissários políticos do PSD de Águeda estiveram reunidos, com os seus presidentes de Junta de Freguesia, e foi patente o mau-estar que representa o facto de o nº. 2 da lista da coligação para a Câmara ser do CDS/PP. E de este partido exigir o primeiro da lista da Assembleia Municipal.
Os ânimos só foram sossegados quando foi explicado que, em caso de vitória eleitoral, o futuro vice-presidente da Câmara não tem de, necessariamente, ser o nº. 2 (do CDS), mas uma escolha pessoal do líder da lista - a da (eventual) presidente Paula Cardoso. E quanto à Assembela Municipal, o PSD não aceitou, para já, a exigência de Miguel Oliveira (presidente do CDS/PP), faltando elencar os candidatos de um e outro partidos. O número um, é certo, será do PSD e o mais certo é que também seja o segundo. As bases social-democratas não aceitam outra hipótese. Os trabalhos da noite de 15 de Março foram participados por quase todos os presidentes de Junta de Freguesia do PSD - faltaram Carlos Alberto Pereira (Valongo) e Fernando Pires (Ois da Ribeira). Os actuais eleitos serão todos candidatáveis, se vingar o novo figurino autárquico - o das agregações, que cria(ra)m as Uniões de Freguesia. Mas há “casos” problemáticos: o de Agadão, Belazaima e Castanheira (todos do PSD) é um deles, como SP já referiu. São todos eleitos do PSD e todos estarão disponíveis para liderar a lista. Quem será candidato e quem será preterido, é questão que a Concelhia "laranja" terá de resolver - até porque são conhecidas diferenças e sensibilidades que atrapalharão a decisão da comissão política liderada por Paula Cardoso.
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