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Sociedade: Tributo a Carlos Almeida com memória no pavilhão
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A ARCA e Aguada de Baixo prestaram tributo a Carlos Almeida, dando o seu nome ao pavilhão e, assim dele, fazendo memória para o futuro.
Carlos Alberto dos Santos Almeida “foi o homem da obra”. Não fosse ele, a sua competência, capacidade de trabalho e de mobilização, entusiasmo, sedução e aguadismo e a ARCA, seguramente, não teria o pavilhão tão cedo. «Revejam-se no nome. O que a ARCA é hoje, deve-se a todos», disse o homenageado, momentos depois do descerramento da placa na fachada do pavilhão, que, para o futuro, fará memória do seu nome e da sua obra, ao serviço da associação e de Aguada de Baixo. A ARCA vestiu-se de festa, engalanou entusiasmos e chamou internacionais de futebol ao pavilhão Carlos Almeida. Jaime Pacheco, Rui Barros, Dimas e Jorge Andrade, entre outros, equiparam-se a preceito e «futsalaram» com a ARCA, que venceram (6-5) num jogo que fez encher as bancadas. «É uma honra para nós participar nesta festa de homenagem a um grande amigo, grande desportista e grande empresário», disse Rui Barros, ao intervalo. E, depois do descerramento da placa, ofereceu a camisola assinada por todos os internacionais. O momento de descerramento fez engalanar a praça Hildebrando Veiga, ao som da Fanfarra dos Bombeiros de Águeda, com as cores da BiciARCA (e presença do ex-ciclista Cândido Barbosa), bandeiras do clube, do Paraíso Social (Orfeão e Grupo de Cantares), do CENSI e Clube de Campismo e Caravanismo de Aguada de Baixo, do Rancho Infantil e Juvenil da Ventosa, LAAC, Cruz Vermelha, Sangalhos DC e CC de Barrô, Associações de Futebol e de Ciclismo, de Aveiro. E saudações e lembranças de associações amigas. «É um reconhecimento mais que merecido, pelo que fez por este pavilhão e muitas outras obras», disse Jorge H. Almeida,vice-presidente da Câmara Municipal, enfatizando um momento que fez soltar algumas lágrimas e sublinhando que «as nossas vidas fazem-se com bons exemplos, não pelo que se diz, mas pelas obras que se deixam». Carlos Almeida emocionou-se. «É difícil contar o que vai cá dentro. Do fundo do coração, agradeço a todos por estarem aqui. À ARCA, às associações, à freguesia, a todos. Mas, como cidadão desta terra de Aguada de Baixo, não faço mais que a minha obrigação. Aquele nome é de todos, revejam-se nele». Homenageado em vida «coisa rara, não é vulgar este reconhecimento em vida, mas é merecido», diria Gil Nadais, presidente da Câmara, Carlos Almeida não esqueceu «a primeira figura a quem me dirigiu, quando se pensou avançar com o pavilhão»: o comendador Augusto Gonçalves. «Disse-me para usar o espaço, por 99 anos. Disse-me, faz o que quiseres! Obrigado, sr. Augusto!».VER EDIÇÃO SP IMPRESSA
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