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Águeda: Jornal Soberania do Povo será Património Cultural Português e da UNESCO
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O presidente da Associação Portuguesa de Imprensa (API), João Palmeiro, revelou, no jantar comemorativo da entrada da Soberania do Povo no 135º. ano de publicação, que “a API está a preparar um processo para que os 23 jornais centenários de Portugal sejam reconhecidos, pelo Estado, como Património Cultural Português”.
A ideia da API passará, posteriormente, por “candidatar estes 23 jornais, que, em conjunto, somam 2.500 anos de publicações, a Património Cultural da UNESCO”, asseverou João Palmeiro, que exortou “a equipa do Soberania do Povo a continuar a apostar numa informação de qualidade e independente”.
Baluarte da informação
“A Soberania tem sabido, ao longo dos anos, ser um baluarte da comunicação regional e continuará a sê-lo nos tempos futuros”, vaticinou Gil Nadais, presidente da Câmara, ciente que “o jornal é cada vez mais necessário” e que “a imprensa deve ter o papel de puxar pelas suas comunidades”. Paulo Sucena referiu-se a SP como “um baluarte da cultura e da história da Língua Portuguesa” e aproveitou a manchete da edição anterior (Fundação Almeida Roque) para considerar que “a substância da ideia é verdadeiramente estimulante” e que “o jornal pode ter muita importância na dinamização da Universidade Sénior”. “Continua a ser um símbolo do concelho de Águeda!”, começou por dizer António Celestino de Almeida, presidente da Assembleia Municipal, que se referiu à Soberania do Povo como “algo consistente, que une a sociedade e os aguedenses”. João Sacramento (O jornal O Ilhavense) felicitou SP: “o nosso jornal tem 91 anos, há-de chegar aos 135 da Soberania”. O presidente da mesa da assembleia geral de SP, Jorge Castro Madeira, sublinhou“um produto cultural de grande importância, sobretudo para a nossa região”, e não deixou de “lembrar e homenagear as pessoas que fundaram, continuaram e melhoraram a Soberania”. Relevou o papel de Horácio Marçal, “numa época terrivelmente difícil, quando o jornal esteve para desaparecer”, e lembrou “o primeiro director após o 25 de Abril, Vitor Cepeda Mangerão”.
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