Ois da Ribeira: ARCOR fez 34 anos equilibrada, rigorosa e com futuro
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A ARCOR festejou 34 anos, ensejo para juntar em Ois da Ribeira cerca de uma centena de pessoas à volta do jantar comemorativo.
O evento não decorreu propriamente à luz de velas, mas fez-se graças a um potente gerador, já que a região estava privada de electricidade, na senda do temporal desse dia. Um contratempo que, mais uma vez, serviria para pôr à prova a eficácia da instituição, em ocasião de adversidade. A ARCOR é uma senhora instituição, não só pela infraestrutura que construiu, mas, sobretudo, pelas respostas sociais que leva a cabo e pela sorte de, nas suas asas, albergar, na vertente desportiva, um punhado de jovens que, na ligeireza do manejo dos remos, leva longe o nome da terra, através da canoagem. O presidente da direcção, João Gomes, era um homem visivelmente feliz neste dia, por deixar a ARCOR “equipada e financeiramente equilibrada”, situação singular nos tempos de míngua que correm. A primeira referência da noite, em jeito de homenagem, foi para trabalhadoras da casa: Amália Miranda, pela “irrepreensível postura profissional e simpatia, dignas de pública distinção”, e Maria Isabel Souta, eleita a colaboradora do ano. VER EDIÇÃO SP IMPRESSA
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