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Assembleia Municipal de Águeda: A Câmara e a Viasubria
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A Assembleia Municipal de Águeda conheceu o relatório de auditoria do Plano de Gestão de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas, e debruçou-se, em particular, nas relações da Câmara com a VIASUBRIA.
António Martins (CDS-PP) faltou à sessão, mas tinha sugerido, no relatório, que “a Assembleia deveria solicitar o esclarecimento desta situação” ou “solicitar às autoridades competentes que apurem o estranho facto de uma empresa se constituir para prestar serviços exclusivos ao município”. “Eu não sei quantas empresas é que trabalham só para a Câmara”, observou Gil Nadais, revelando que na última inspecção ordinária efectuada ao município pela IGAL, “a senhora inspectora andou a fazer perguntas sobre essa empresa e, depois, não escreveu uma única linha a respeito desse processo”. O presidente esclareceu que a VIASUBRIA “acompanha a execução de obras que são feitas nas vias municipais e nas situações de anomalias em vias e passeios”, e, questionado por António Tondela (PSD) se “não há nenhum técnico camarário que possa fiscalizar esses trabalhos”, respondeu que “os nossos técnicos estão a fazer o trabalho que consideramos mais valioso”. A VIASUBRIA, empresa para a qual presta serviço o presidente da Junta de Freguesia da Borralha, Jorge Mendes, tem um contrato de prestação de serviços com o município, desde Abril de 2010, no valor mensal de 2.398,50 euros. “Somos a única Câmara do país que chama para participar neste relatório um representante da Assembleia Municipal e da população”, frisou o presidente Gil Nadais.
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