O grupo de cidadãos que promoveu o abaixo-assinado contra a agregação de Espinhel a Recardães (cerca de 1.200 assinaturas) reuniu a 3 de Janeiro, para discutir novas formas de luta. Decidiu criar um movimento que lidere os protestos.
O movimento é suprapartidário e integra já 13 pessoas dos vários quadrantes políticos da freguesia. Voltou a reunir na noite de hoje (dia 8 de Janeiro, terça-feira), para juntar mais pessoas e decidir sobre as próximas acções. “Foram discutidas formas de protesto imediatas, que poderão levar a outras mais radicais, se não forem ouvidas nas nossas legítimas aspirações”, disse o porta-voz do movimento.
A Junta de Freguesia optou por não estar presente, embora oficialmente convidado.
Está convocada uma Assembleia Municipal Extraordinária para 21 de Janeiro, para discutir e votar duas propostas de alteração ao mapa de agregações aprovado para o Concelho de Águeda - respeitante a Espinhel e Aguada de Baixo.
O Movimento irá decidir de que forma irá agir nessa Assembleia, para “dar visibilidade aos protestos que está disposto a levar a cabo”.
O movimento integra José Correia Nunes (antigo presidnete da Junta), António M. Oliveira e José Américo, membro da actual Assemebleia de Freguesia (Espinhel), José Luís Alves, Rui Pereira, Hernâni Neves (da actual AFE) e Joquim Estima (C. Álvaro), Manuel Almeida (da actual AFE) (Oronhe), António F. Marques, Antero Marques (da actual AFE) e Eduardo Fonseca (Paradela), Ângelo Reis, da actual AFE (Piedade) e Casimiro Pinto (Casaínho de Baixo).
II SARAU NA
IGREJA AROQUIAL