Recardães: Assembleia aprovou OPA com... polémica
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A Assembleia de Freguesia de Recardães aprovou, por maioria, o plano de actividades e orçamento da Junta para 2013. Não sem polémica, que passou por um primeiro «chumbo» e a retirada de mais um funcionário efectivo nos quadros da autarquia.
A sessão, a 20 de Dezembro, reflectiu a que analisou a agregação de freguesias e o presidente João Carlos Alves (AFR), lamentou «a forma agressiva, de má educação e falta de respeito» de que foi alvo nessa sessão, principalmente pelos membros da Junta. Considerou que foi «uma tentativa de difamação, dizerem posteriormente à população, que o presidente da AFR queria anexar Recardães a Águeda, o que ficou provado ser falso». João C. Alves considerou ainda que «Recardães tinha todas as condições para continuar independente», segundo a Lei 22/2012, como aconteceu com Aguada de Cima, Fermentelos e outras, «ficando bem patente a manobra de bastidores que o PSD e o CDS efectuaram e que o presidente da Junta aprovou na Assembleia Municipal». António Mereciano disse «não admitir que o presidente da Assembleia tenha sido enxovalhado daquela maneira», o que «foi uma escandalosa vergonha». O presidente da Junta, sobre a situação financeira, informou ter recebido 28 188,30 euros, de 11 de Setembro a 19 de Dezembro, e pago 29.463,02. E que tinha, no dia 19, um débito total de 17.266,38, a fornecedores. A AFR aprovou a 3ª. revisão orçamental e o plano de actividades para 2013, assim como a relação de obras propostas à Câmara. O orçamento foi “chumbado”, por o executivo ter acrescentado um funcionário efectivo, no mapa de pessoal, para acompanhar serviços. Prudência Monteiro (CDS) lembrou que, com o «chumbo», teria que gerir por duodécimos e Pedro Gomes apelou à reconsideração da AFR, que não alterou a posição. A Junta resolveu retirar do mapa de pessoal o funcionário que pretendia admitir e, em nova votação, o orçamento foi aprovado por maioria, com uma abstenção. n ANTÓNIO ALVES
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