Canoagem: ARCOR não quer mais atletas de fora
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A ARCOR diz “não querer atletas de outros clubes, em período de formação”. “Isso não vai voltar a acontecer”, disse Victor Melo, responsável da Secção de Canoagem.
O dirigente do clube ribeirense falava a propósito da queixa do GICA, de Águeda, sobre a saída de João Ribeiro, cadete de 1º. ano, que passou para os quadros da ARCOR. Conceição Silva, dirigente do GICA, acusou o clube de Ois da Ribeira do “mesmo problema de sempre”, o de “todos os anos nos “roubar” atletas, depois de formados”. Victor Melo, precisando que “não era responsável da secção na altura que isso aconteceu” (a saída de João Ribeiro para o clube de Ois da Ribeira), disse a SPD que falou com Conceição Silva sobre o assunto e garantiu que “nada disso vai voltar a acontecer” - a passagem de atletas da formação do GICA para a ARCOR - “sem haver acordo dos clubes”. Ainda relativamente a João Ribeiro, disse Victor Melo que “foi ele quem pediu para ingressar na ARCOR”. Quanto à nova época, Victor Melo (que é árbitro dos quadros da Federação Portuguesa de Canoagem) explicou que o objectivo é “manter e melhorar, se possível, a qualidade e capacidade competitiva do clube”. ”Vamos organizar a Secção, que não está como devia estar, e, se possível, com mais atletas”, declarou a SPD, lembrando que a ARCOR, actualmente, tem cinco atletas nos estágios das selecções nacionais, o que “é algo de extraordinário para um clube da nossa dimensão”. Os atletas seleccionados são Tiago Tavares, Fábio Lopes, Luís Santos, Arménio José e Mariana Pires. Cinco em 25, do actual plantel da ARCOR.
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